Violência no Maranhão triplica em dois anos

Por Camila Rocha / Maranhão da gente

A violência no Maranhão triplicou nos últimos dois anos. O levantamento feito pelo Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostra que o estado foi um dos que apresentou maior crescimento no índice de violência: entre 2009 e 2011 somando-se a taxa de homicídios e o de latrocínios chegamos a um assustador crescimento de 259,3%.

Os dados compilados pelo Ministério da Justiça juntamente com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública apontam um grave problema para o estado. Sem uma política pública correta na prevenção e repressão de crimes, o estado emerge em mais um problema social grave.

Tabela

Nos primeiros três meses de 2013, foram contabilizados 161 homicídios somente na região metropolitana de São Luís. Neste fim de semana, foram 17 assassinatos. Os dados são estarrecedores e expõem uma das chagas atuais do estado, sistematicamente escondida pelos meios de comunicação.

O Maranhão viu crescer, nos últimos dois anos, sua taxa de homicídios de forma desenfreada. O que se percebe pela recorrência dos fatos, seja na quantidade de boletins de ocorrência registrados ou pelo número de casos não desvendados é que houve o crescimento estarrecedor da violência.

Essas fontes de informação atestam que a taxa de homicídios, o dado mais confiável para medir a violência, somente entre 2010 e 2011, apresentou um crescimento de 11,2%. A variação na taxa de latrocínios [mata-se para roubar] foi de 248,1%, a segunda maior variação do país, perdendo apenas para Minas Gerais, que apresentou uma variação de 458,8% no mesmo período.


Só Roseana acha que está tudo bem

Por José Reinaldo Tavares

Há poucos dias, encartado em um jornal da família Sarney, recebi uma revista chamada O Maranhão e a nova Década. Luxuosa e com excelente feição gráfica – certamente muito cara – não era mais que uma dispendiosa amostra do desvario do governo de Roseana. O texto é em português e inglês.

Certamente permite o entendimento de que a revista foi feita para ser mostrada a bancos internacionais em busca de novos empréstimos. Mas a verdade é que, quando muito, só servirá mesmo para enganar estrangeiros, visitantes e quiçá o governo federal. Mas não deixa de ser uma pena que não passe de enganação…

Olhem o que contém a revista: no início há o título ‘Década de Oportunidades e Desafios’. Relaciona alguns projetos, todos da iniciativa privada, e como não podia deixar de ser começa com a refinaria de petróleo Premium I, de capacidade gigantesca – 600 mil barris por dia – que será a quinta maior do mundo e a maior do Brasil, como é descrita na revista. Contudo, omite a informação de que nem no orçamento da Petrobras o empreendimento consta e que nada foi feito. Em seguida mais descrições de projetos privados, quase todos parados e cita também o píer IV da Vale e a duplicação da ferrovia da empresa de uso quase restrito da companhia.

Depois fala de terminais portuários da refinaria, também não existentes, ampliação da refinaria da Alumar (uma empresa sem contato com a economia local), nas termelétricas do grupo Eike Batista – que produzirão energia para mercados externos ao Maranhão e pelo menos a planta de São Luís é altamente poluidora e prejudicial ao meio ambiente.

Menciona ainda a Hidrelétrica de Estreito e a implantação de parque eólico da empresa Bioenergy, ainda em projeto. Relaciona a usina de Laminados de Açailândia do grupo Ferroeste, a fábrica de celulose da Suzano, paralisada, e outros projetos como ampliação de fábrica de cerveja e da Coca-Cola. Na lista, entra até a Base de Lançamento de Alcântara…

Enfim, a maioria esmagadora dos projetos são privados, a maior parte não existe, e tudo veio para cá antes de Roseana assumir o governo, naquele fatídico episódio que foi chamado um dia de ‘golpe de estado jurídico’.

Não passa de propaganda.

O difícil é explicar porque o Maranhão perde mais empregos do que cria e porque os hotéis de São Luís registram as mais baixas taxas de ocupação dos últimos anos e os empresários apelam, sem resultado, ao poder público por mais estímulo ao setor. A nota da Associação Brasileira da Indústria Hoteleira, seção do Maranhão, diz que ‘a rede hoteleira está em pânico’. E olha que esses dados de janeiro e fevereiro foram meses de férias e de carnaval. Vejam onde chegamos!

Esses dados são confirmados pela Infraero, ao informar que em fevereiro os embarques e desembarques de passageiros no Aeroporto Cunha Machado de São Luís, foram de 127.842 passageiros, enquanto no mesmo mês de 2012 foram 189.107, ou seja, uma queda de 16,6%. No acumulado dos dois meses já neste ano, foram 300.470 contra 342.538 no mesmo período de 2012.

E não adianta culpar o Ministro do Turismo Gastão Vieira, porque com todas as praias poluídas, com a criminalidade correndo solta, com o aeroporto de Barreirinhas fechado, porque não fazem o muro ao seu redor, com o Centro de Convenções sem cumprir a sua finalidade (que é de abrigar grandes convenções, grandes feiras e mostras setoriais, e quando abre as portas é para receber eventos do governo estadual) e sem a vinda de empresários que antes vinham acreditando no factoide da refinaria, e agora sabem que não é para valer e ainda com os outros badalados projetos parados, o baque foi grande.

Não bastasse isso, agora o Brasil todo conhece a forma com que o governo apaga incêndios no Maranhão – uma modernidade e inovação desse governo, que a rede Globo mostrou ao país – o uso do conteúdo de um caminhão limpa-fossas que levou o líder do governo na Assembleia, na ânsia de defender o governo da indignação dos deputados, a fazer a infeliz afirmação de que ‘é melhor se salvar fedendo do que morrer cheiroso’, uma frase que correu o mundo. Evidentemente isso não ajuda muito na motivação e desejo das pessoas para conhecerem a maravilha que o nosso estado se tornou com essa maneira ímpar de governar de Roseana Sarney. É um estado decadente, na verdade.

Chegamos ao fundo do poço da desmoralização do Maranhão. O que falta acontecer?

O ex-governador José Reinaldo Tavares escreve para o Jornal Pequeno às terças-feiras


Deputado pede benefícios para Bequimão e Central do Maranhão

Da Agência Assembleia

O deputado Jota Pinto (PEN) apresentou indicações requerendo à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa que encaminhe ofícios ao ministro da Integração, Fernando Bezerra Coelho, e ao presidente da Cedevasp-MA, Elmo Vaz Bastos de Matos, para que determinem aos órgãos competentes a realização de estudos e adoção de providências, visando a construção da rodovia que liga o trecho entre os municípios de Bequimão e Central, bem como a construção da ponte sobre o Rio Pericumã, que corta os referidos municípios.

De acordo com o parlamentar, as obras irão beneficiar todos os moradores daquela região, melhorando a escoação da produção local e reduzindo consideravelmente a distância entre os municípios circunvizinhos, como Guimarães, Mirinzal, Cururupu, Cedral, Porto Rico, Serrano, Apicum-Açú e Bacuri, que serão diretamente beneficiados.

Além disso, lembrou Jota Pinto, essas obras abrirão vistas às belezas escondidas naquela Região, aumentando, dessa forma, o turismo local. Por tudo é que se faz necessária a presente propositura, disse Jota Pinto.


“Combater” ou Conviver com a Seca?

José Lemos

O primeiro passo para resolver um problema é conhecer-lhe a essência e as suas causas. Quando isso não acontece, ficamos circulando em seu entorno, buscando-lhe arremedos paliativos que, obviamente, não resolverão. A tendência é a sua perpetuação, agravando as suas implicações com o passar do tempo. A ocorrência de secas no Nordeste é um desses problemas para o qual nunca se buscou soluções definitivas. Não convinha, como não convém, que elas aconteçam. Quando não existir mais flagelados pelas secas, seca (o trocadilho é proposital) a fértil fonte de sobrevivência política de muita “gente boa”. E não são apenas aqueles velhos conhecidos “coronéis” do Nordeste. Eles continuam firmes, mas agora convivendo (quem haveria de convir!?) com muitos daqueles que no passado, nem tão remoto assim (coisa de pouco mais de dez anos), lhes ridicularizavam, adjetivando-os com expressões impublicáveis. A “safra” está se renovando e agora já não mais fazem questão de distinguir gregos de troianos. Se é que me faço entender.

Nestes dois anos os registros de pluviosidade no Nordeste semi-árido, incluindo ao menos quinze municípios maranhenses, sinalizam que estamos diante de uma das maiores, se não a maior seca dos últimos cinqüenta anos. A paisagem que se observa em boa parte deste sofrido pedaço de Brasil é de calamidade. Mortandade de animais por falta de alimentos e de água. As lavouras não produziram ano passado. Não produzirão neste ano.

Uma cena que não é novidade para quem conhece o Brasil. Ela se junta às calamidades das avalanches do Rio de Janeiro, que desabriga, ou desaloja, centenas de famílias e mata outro tanto de pessoas, por excesso de chuvas. Tragédias anunciadas em que governantes nos níveis federal, estadual e municipal, lá e cá, apenas buscam soluções paliativas. Nada de ir fundo nas causas, nem de buscar soluções definitivas. Li na imprensa que, por ocasião da avalanche no Rio de Janeiro, o Governador assistia nos EUA, descontraidamente com o filhote, a uma partida de basquetebol. Ninguém é de ferro! A Presidente, em plena crise no Rio de Janeiro, direto do Vaticano, atribuiu a culpa pelo desastre às populações que insistem em morar naquelas áreas de risco. Guerrilheira como exaltou o seu companheiro de partido, anti-capitalista (como dizia quando era conveniente nos tempos das vacas magras), atribuiu àqueles, que não tem alternativa de morar em lugar mais seguro e digno, a culpa por perecerem ou verem os seus parentes morrerem soterrados. Na cabeça dela, do Governador, dos Prefeitos, as pessoas estão ali porque querem. Estranho querer!

A Presidente veio ao Nordeste lançar o plano de “combate à seca”. Como a seca é um fenômeno meteorológico, que consiste na má distribuição espacial, temporal e quantitativa de chuvas, provocado por uma complexa sinergia que envolve movimentos de marés, deslocamentos de massas de ar frio e seco, dentre outros, fica difícil imaginar como algum terráqueo (mesmo com os poderes sobrenaturais que ela acredita ter) poderia “combater” semelhante combinação de fatores físicos e naturais. Com ela vieram o Ministro da Integração Nacional, governadores do Nordeste (não vi a Governadora do Maranhão, talvez porque por aqui não haja seca e tudo esteja correndo às mil maravilhas) e, pasmem o Presidente do Senado. Ele mesmo. O “grande criador de gado” das Alagoas, figura carimbada do coronelismo regional. Sentado à direita da deusa-mãe, a administradora intransigente com “mal-feitorias” que, segundo o que a imprensa divulga, costuma tratar com dedo em riste os seus subalternos-bajuladores (inclusos membros do Congresso). O Presidente do Senado, outrora desafeto, caprichava na pose concentrado no texto em que mais tarde faria afagos ao ego das empregadas domésticas, em cadeia nacional de televisão pago por nós que trabalhamos duro para sustentar as “bondades” dessa gente. Discurso de bom moço, que sempre se preocupou com causas nobres. Não poderia deixar dúvidas nas cabeças dos telespectadores de que a PEC das empregadas domésticas apenas passou porque ele esteve firme, defendendo-lhes os interesses contra patrões escravagistas (na linguagem dele) da classe média. Todos juntos em Fortaleza, numa comitiva cujo deslocamento e hospedagem devem ter custado bem mais do que o volume dos recursos anunciados. A presidente, ao lado de todos com a aparência séria e contrita, como convinha ao momento, anunciou como principal medida de “combate à seca” a utilização dos outrora execrados caminhões-pipas.

Não se falou em medidas estruturantes, ou em ações que resolvam, em definitivo, o problema. As Bibliotecas das Escolas de Agronomia do Nordeste e da EMBRAPA estão abarrotadas de trabalhos mostrando alternativas de produção agrícola com escassez pluviométrica. Podem-se ainda fomentar atividades não agrícolas geradoras de ocupação e renda em áreas com deficiência hídrica. Mas disso não se cogita. Melhor “combater a seca”, via carros-pipas. Prá quem “acabou com a pobreza extrema” transferindo ‘setentinha’ de renda, será moleza “eliminar a seca” via água de carro-pipa. Os Nordestinos, e Celso Furtado em seu leito tumular, podem ficar tranqüilos. Os ainda vivos não precisarão mais emigrar para os estados do Norte. O paraíso agora é aqui!


'E vai rolando a festa', por Carlos Brickmann

CARLOS BRICKMANN

governadora-do-maranhao-460x215Roseana Sarney, filha de José Sarney, trabalhou três anos no Senado, entre 1982 e 1985 (aliás, foi nomeada sem concurso). Agora se aposentou, com aposentadoria de R$ 23.800,00 mensais. A isso se soma seu salário como governadora do Maranhão, e há ainda a aposentadoria como senadora. A aposentadoria como senadora é papa fina: a atual ministra Ideli Salvatti, que exerceu o cargo por exatos oito anos, aposentou-se com vencimentos de R$ 6.100,00 mensais – mais, naturalmente, mordomias e salários que recebe como ministra.

Como foi a carreira da primeira-filha de José Sarney no Senado? Foi nomeada em 1974, aos 21 anos de idade, num trem da alegria pilotado pelo senador Jarbas Passarinho, companheiro de seu pai no partido da ditadura militar, a Arena. Num trem da alegria, os beneficiados recebem emprego provisório, mas são efetivados logo depois, sem concurso — concurso é para quem não tem padrinho, não para Roseana, que tem pai, padrinho e partido – é do PMDB e tem apoio do PT. Ela só começou a trabalhar em 1982. Ficou até 1985, quando o pai chegou à Presidência da República e a levou com ele para o Palácio do Planalto (seu marido, Jorge Murad, foi junto). Não voltou mais, exceto agora para aposentar-se.

O caro leitor é aposentado? Ganha a aposentadoria pela qual pagou? Se contribuiu sobre dez mínimos, é isso que recebe? Mas não reclame só de Roseana e seus padrinhos. O PSDB ocupou a Presidência por oito anos, teve apoio de Sarney e criou o fator previdenciário, que reduz a aposentadoria.

A sua, não a dela.


Ministério da Saúde já repassou, até março deste ano, R$ 496,7 mil à prefeitura de Bequimão

Do Blog do Elanderson

O Governo Federal por meio do Ministério da Saúde já repassou, até março deste ano, a quantia de R$ 496.715,18 (quatrocentos e noventa e seis mil setecentos e quinze reais e dezoito centavos) à Prefeitura do município de Bequimão/MA para que o gestor municipal aplique em melhoramentos na saúde.

Porém, até o presente momento, não se vê resultados concretos do uso desses recursos na saúde bequimãoense. Ao contrário, o que se presencia é um completo abandono desse setor pela gestão atual.

Recursos da Saúde Jan-mar 2013

Total de dinheiro repassado à Prefeitura de Bequimão pelo Ministério da Saúde até marco de 2013

Só para dar um exemplo, a Unidade Básica de Saúde do Povoado Jacioca está fechada, obrigando a equipe do PSF, nas poucas vezes que foi atender os cidadãos dessa região, se acomodarem em uma casa residencial sem a estrutura adequada e sem privacidade para realizar as consultas. Um absurdo!

Na sessão realizada pela Câmara no dia 05/04/2013, os vereadores aprovaram um requimento solicitando a presença da Secretária de Saúde do Município na sede do Legislativo Municipal para dar algumas explicações sobre sua pasta, mas a Secretária respondeu que só poderia ir à Câmara a partir da segunda quinzena de maio.

Torço para que a atual gestão comece a encarar a saúde como prioridade.

Com a palavra a Secretária de Saúde e Prefeito de Bequimão.


Aprovada greve na rede estadual de educação a partir do dia 23

Do Sinproesemma

ze-docaAssembleias regionais, representado educadores de todos os municípios do estado do Maranhão, aprovam greve geral na rede estadual de educação, a partir do dia 23 deste mês de abril. O movimento coincide com a greve nacional da educação, dias 23, 24 e 25, e prossegue por tempo indeterminado até que seja aprovada, na Assembleia Legislativa, a proposta de Estatuto do Educador, construída, debatida e negociada em reuniões entre diretores do Sinproesemma e o governo do Estado.

A consulta aos educadores aconteceu no período de 3 a 9 deste mês, nas regionais de Açailândia, Balsas, Barra do Corda, Bacabal, Caxias, Chapadinha, Codó, Imperatriz, Itapecuru-Mirim, Pinheiro, Pedreiras, Presidente Dutra, Rosário, São João dos Patos, São Luís, Santa Inês, Timon, Viana e Zé Doca. Cada regional representa, em média, 10 municípios maranhenses. A maior é a de Zé Doca, que envolve 17 municípios.

Todas as assembleias foram acompanhadas por membros da direção executiva do Sinproesemma, de delegados sindicais e coordenadores de núcleos do sindicato dos municípios representados.GREVE_assembleia-em-acailandia

As assembleias aconteceram após a publicação do edital de convocação do Sinproesemma, no dia 27 de março, para a participação dos associados na deliberação ou não de greve geral, diante do não atendimento da pauta de reivindicações da categoria, especialmente a não aprovação do Estatuto do Educador.


Flávio Dino chega a 62,15% em intenção de voto para governo

pesquisaNova rodada de pesquisa do Instituto Amostragem/Jornal Pequeno confirma o favoritismo de Flávio Dino, que venceria a disputa pelo governo do estado no 1º turno se as eleições fossem hoje. Dino lidera com folga todos os cenários testados contra os possíveis candidatos da governadora Roseana Sarney. O Amostragem ouviu 1.300 pessoas em 40 municípios do Maranhão nos dias 5, 6 e 7 de abril e tem margem de erro de 2,66% para mais ou para menos.

O levantamento aponta que Flávio Dino tem hoje 62,15% das intenções de voto. Luís Fernando aparece com 15,23%. Nulos e brancos ficam em 7% e 15,62% dizem que não sabem ou não responderam. A diferença pró Flávio Dino é de 46,23%.

Quando o confronto simulado é entre o presidente da Embratur, Flávio Dino, e o ministro Edson Lobão, o candidato oposicionista também tem uma grande vantagem. Dino lidera com 57,68%, enquanto Lobão pontua em 27,38%. Nulos e brancos somam 4,62% e 10,31% não responderam ou não sabem. Neste caso a diferença pró Flávio Dino é de 30,3%.

Flávio Dino lidera também com larga vantagem a sondagem espontânea, aquela em que não se apresentam os nomes dos pré-candidatos. Dino tem 17,62% das intenções de voto, seguido de Roseana Sarney, que não pode concorrer para o governo em 2014, com 10,23%. Neste quesito Luís Fernando aparece com 1,69%, Edson Lobão(1,46%), outros(4,16%) , brancos e nulos 1,46% e não sabem ou não opinam(63,38%).

No item rejeição, em que o entrevistador pergunta em que o eleitor não votaria, Lobão tem hoje 32%, Luís Fernando 17,31% e Flávio Dino possui 10,08%.

Evolução de cenários – Na comparação feita entre as duas pesquisas feitas pelo Instituto Amostragem/Jornal Pequeno, Flávio Dino permanece com larga vantagem em relação aos demais candidatos. No levantamento feito em novembro de 2012, o presidente da Embratur chegava a 55,4% em intenção de votos no cenário com Lobão, que aparecia com 31,92%. Agora apresenta 57,69% contra 27,38%.

No cenário com o secretário de Roseana Sarney, Flávio Dino tinha 63,08% e oscilou para os 62,15% de agora. Já Luís Fernando caiu de 20,15% para 15,23%, bem acima da margem de erro da pesquisa.