Município de Alcântara recebe escola que beneficiará 2.400 mil alunos

4ecb5918-66d2-44d9-b55b-ab5cc72891cd-1024x682A escola Aquiles Batista Vieira, em Alcântara, é um dos quatro centros de ensinos que foram entregues nesta sexta-feira (29), do programa “Escola Digna”, que reconstrói as unidades, transformando-as em um espaço salubre, digno e acolhedor, para que a dinâmica do processo de ensino e aprendizagem seja prazerosa e transformadora.

As entregas desta sexta-feira beneficiam aproximadamente 2.400 alunos. Ao todo, o Governo do Maranhão está investindo na reforma e reconstrução de mais de 60 unidades da rede estadual de ensino, que irão atender cerca de 40 mil estudantes em 36 cidades. Os investimentos somam mais de R$ 90 milhões.

Em Alcântara o investimento foi de R$ 1.345.92,03 para contemplar 400 alunos, que lutavam por um ensino mais humanizado. “A reforma foi muito boa para todos. Antes dessa nova estrutura, os professores, e nós alunos, tínhamos dificuldades. Na sala de aula, o sol invadia e não conseguíamos enxergar o que estava escrito no quadro. Outro ponto foi a climatização, que acabou com a agonia que tínhamos por conta do calor. Era desumano e chegávamos até adoecer. Com essa melhoria o ritmo de aprendizado será outro”, elogiou a estudante do ensino médio da escola, Layanna dos Santos Soares.f20f0888-4d0a-4d66-9335-78239819d033-1024x682

Na cerimônia de entrega, o chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, que representou o governador, falou do empenho do governo em levar essas melhorias na educação para todo o Maranhão. “A recuperação da escola em Alcântara é mais um marco para o Maranhão. Apresentar essa melhoria para toda a comunidade escolar, entre alunos e professores, é essencial para todos aqueles que precisam de educação. O ensino é o único caminho para a melhoria da qualidade de vida do povo maranhense”, pontuou Tavares.

Emocionado com o que aconteceu nesta sexta-feira (29), o gestor do Centro de Ensino Aquiles Batista Vieira, Mauro Brito, falou sobre a sua história na unidade escolar. “Eu estudei aqui na década de 80, quando a escola ainda estava com sete anos de inaugurada e não existia prédio próprio e nem o Ensino Médio, apenas o fundamental”. Por este motivo, Brito se mudou para São Luís para concluir os estudos. “Na década de 90 eu retornei e prestei concurso para lecionar na escola. No ano passado, fui eleito a gestor. Nessas três décadas, existiram diversas situações, tendo que usar escola emprestada pela prefeitura ou em prédios alugados pelo Estado”.

O gestor conta, também, que em 2005 veio a construção da sede própria, mas em 2010 apareceram diversos problemas. “No entanto, com a reforma realizada agora por essa gestão onde climatizaram os ambientes e deram uma melhoria na parte hidráulica e elétrica, nós estamos com esperança de resgatar o nosso alunado e a expectativa deles”, finalizou.

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