Jems 2017 bate recorde de adesões de municípios. Bequimão participará pela primeira vez

JEMs-2017Os Jogos Escolares Maranhenses (JEMs) alcançaram, este ano, o maior número de adesões em toda a sua história. A Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Sedel) registrou inscrições de 107 municípios, até o momento, o que representa a participação de mais de 75 mil estudantes de todas as regiões do estado na maior competição esportiva do Maranhão.

O secretário de Estado de Esporte Lazer, Márcio Jardim, afirmou que o resultado é consequência do trabalho de divulgação e mobilização, realizado pelo Governo do Estado de promoção dos JEMs nos municípios. “Se compararmos com um passado mais recente veremos o extraordinário avanço que alcançamos na organização desses jogos nos dois últimos anos”.

Comemoração

A 45ª edição dos JEMs, que será lançada nesta sexta-feira (07), contará com a participação, pela primeira vez, de 19 municípios: Bequimão, São Vicente Ferrer, Boa Vista do Gurupi, Brejo de Areia, Paulino Neves, Olho d’Água Cunhãs, Belágua, Godofredo Viana, Pio XII, Governador Archer, Conceição Lago Açu, São Raimundo das Mangabeiras, Presidente Sarney, Paulo Ramos, São Domingos do Azeitão, Vitória do Mearim, Santa Filomena, Alto Parnaíba e Formosa da Serra Negra.

Essa marca histórica de adesão aos JEMs foi comemorada, na sexta-feira (31), pelos servidores da Sedel. O superintendente de Articulação com os Municípios e membro da comissão de Acompanhamento, Avaliação e Fiscalização dos JEMs, Maxwell Guerra, destacou a conquista. “Ultrapassamos nossa meta, com mais de 100 adesões e, tenho certeza, faremos jogos memoráveis”.

Calendário JEMs 2017

A Etapa Metropolitana, que envolve escolas dos municípios de São Luís, Raposa, São José de Ribamar e Paço do Lumiar e outras etapas regionais, ocorrem em julho. Em agosto será realizada a etapa estadual infantil e os Jogos Paralímpicos Escolares Maranhenses (ParaJEMs). E em outubro, a etapa estadual infanto. Os JEMs são promovidos pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Esporte e Lazer (Sedel). São compostos por 22 modalidades, disputadas nas categorias: infantil (12 a 14 anos) e infanto (15 a 17 anos).


Cordino conquista 1° Turno do Campeonato Maranhense. Veja


Bequimão vai participar do JEMS pela primeira vez

Foto 2_Divulgação_Sedel_24032017 - Município de Bequimão realiza adesão ao JEMS pela primeira vezA cidade de Bequimão, localizada a 355 km de São Luís, participará pela primeira vez dos Jogos Escolares Maranhenses (JEMS). O termo de adesão do município foi entregue na sexta-feira (24), na Secretaria do Estado de Esporte e Lazer (Sedel), pelo vice-prefeito do município, Sidney Nogueira.

A cidade de Bequimão disputará nas modalidades de voleibol, dama e futebol. O secretário de esporte de Bequimão, Kel Pereira, falou sobre a participação dos jovens nos jogos escolares. “Aceitamos de prontidão participar dos JEMS por ser um torneio já conhecido por todos, e que é muito importante para a juventude, que necessita dessa inclusão no esporte”, afirmou.

Para o secretário do Estado de Esporte Lazer, Márcio Jardim, o número de adesões realizadas pelos municípios representa um grande avanço no estímulo ao esporte. “Ao participar dos jogos escolares, as cidades oportunizam aos estudantes a chance de ter contato com o papel socializador que o esporte proporciona”, destacou.


Governo dialoga com gestores de Bequimão sobre o fomento ao esporte no município

Sedel dialoga com gestores de BequimãoCom o intuito de ampliar o acesso ao esporte e lazer o Governo do Estado, por meio da Secretaria do Esporte e Lazer (Sedel), vem dialogando com gestores municipais sobre o desenvolvimento do esporte em todo o Maranhão. Na quinta-feira, 2, o secretário Márcio Jardim recebeu a visita do vice-prefeito de Bequimão, Sidney Nogueira – o Magal -, para discutir projetos e ações destinadas ao município.

Na ocasião o vice-prefeito ‘Magal’ falou da parceria com a Sedel e do Movimento Quilombola de Bequimão, o Moquibequi, que visa buscar apoio junto ao governo estadual para desenvolver atividades esportivas.

“Sabemos da competência do secretário Márcio Jardim e na gestão dele o acesso ao esporte cresceu bastante desenvolvendo atividades. Em Bequimão já tivemos a ‘Caravana Mais Esporte e Lazer’ na zona rural, foram dois dias intensos de atividades e tivemos o apoio da Sedel também em campeonatos. Então buscamos parceria também para desenvolver um projeto junto ao Movimento Quilombola de Bequimão, que visa realizar um campeonato quilombola em nossa cidade”, disse o vice-prefeito.

Para o secretário Márcio Jardim o esporte é uma das principais ferramentas de socialização que ajuda no desenvolvimento humano e a Sedel se empenha para dialogar com os municípios. “O esporte é uma das principais ferramentas de socialização, capaz de despertar bons valores humanos, como a amizade, o coletivismo, a fraternidade e o pleno exercício da cidadania, fatores para promover a paz. Por isso, nos empenhamos ao máximo para dialogar com os gestores municipais, receber as demandas locais e, assim, como contribuir de forma significativa, no que for possível, para o desenvolvimento do esporte maranhense”, disse Jardim.

De acordo com Francisco Sousa, do Movimento Quilombola de Bequimão, a comunidade realiza atividades culturais há quatro anos e agora querem ampliar o Festival Cultural com atividades esportivas. “Fazemos o festival de cultura há quatro anos e este ano queremos ampliar. Além de termos 11 comunidades edificadas, sempre vem Serrano, Santa Helena, São Vicente Ferrer, Alcântara; esse ano queremos estender no âmbito do esporte para incentivar mais nossos jovens às práticas esportivas e, depois, levar a nossa cultura para todos conhecerem e verem a importância da cultura quilombola no Maranhão, que é rico em cultura”, disse o quilombola Sousa.


Fio de esperança

untitledROBSON PAZ

O Prêmio Nobel da Paz está em boas mãos. O reconhecimento ao presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, pelo acordo de paz assinado com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) não poderia acontecer em melhor momento. Não somente pelo documento que encerra oficialmente um conflito de 52 anos com mais de 250 mil vítimas. Isto em si, é algo extraordinário. Mais pelos gestos de solidariedade, que emocionaram o planeta, protagonizados pelo povo colombiano, após a tragédia com o vôo da Chapecoense, que vitimou 71 pessoas.

Da Colômbia partiram as manifestações humanitárias mais confortantes que uma cidade, um estado ou país em prantos poderia receber. A começar pela solidariedade de pessoas simples. Gente que se dispôs a levar água, alimentos, agasalhos para os hospitais. Era a forma que encontravam para estender a mão às vítimas.

A presteza e eficiência no resgate e atendimento médico aos sobreviventes. Trabalho reconhecido por todos, inclusive por eles e familiares. Dignas de aplausos atitudes humanas, como a do médico que hospedou parentes de um dos pacientes na própria casa.

No campo do esporte, a postura do Atlético Nacional, clube que disputaria a final da Copa Sul-Americana, em renunciar ao título em favor da Chapecoense foi algo espetacular. Feito que mereceu da Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) reconhecimento ao conceder-lhe o “Fair Play” pela promoção do jogo limpo, da paz e da solidariedade.

O gesto do clube colombiano é pouco comum nestes tempos em que a “competitividade” e “lucratividade” se sobrepõem aos valores éticos, morais e humanos. Grandeza que os colombianos materializaram num dos mais belos espetáculos de solidariedade e amor ao próximo, protagonizado por milhares de pessoas que lotaram o estádio Atanasio Girardot e seu entorno, em Medellín.

Emoção que se espraiou por todo o planeta. De todos os campos de futebol brotaram as mais belas e variadas homenagens. No Brasil, torcidas de todos os clubes se abraçaram num só sentimento de comunhão. Na última rodada do Campeonato Brasileiro, todos os clubes homenagearam a Chape.

A rede solidária construída pós-tragédia mostra que podemos ter um mundo mais humano, em que prevaleça o respeito, a paz, a união, o amor.

Disputas, vitórias, derrotas, sempre vão existir. Contudo, jamais podem se sobrepor à vida. A ganância e a impunidade serão sempre adversárias dos valores que realmente importam.

Ao receber o Nobel da Paz, o presidente colombiano citou a letra de “Blowing in the Wind” do cantor Bob Dylan, vencedor do Nobel de Literatura, deste ano. “Quantas mortes serão necessárias até que se saiba que pessoas demais já morreram?” Infelizmente, conhecemos a força solidária do povo colombiano num momento doloroso. Mas, o sentimento emanado por ele é um fio de esperança, de que o amor ao próximo é a semente para florescer um mundo mais fraterno, onde o ser humano tenha mais valor que as coisas e a coletividade seja capaz de vencer o individualismo.

Radialista, jornalista. Subsecretário de Comunicação Social e Assuntos Políticos


Legado olímpico

untitledROBSON PAZ

Os jogos olímpicos Rio 2016 chegaram ao fim. As olimpíadas foram realizadas com pleno êxito na organização, segurança, criatividade e alegria. O povo brasileiro mostrou capacidade, talento, labor, hospitalidade e solidariedade.

O Brasil superou todas as adversidades, parte delas internamente, de quem insiste em ver o país sob o complexo de vira-latas. Esta ‘cultura da inferioridade’ foi o primeiro obstáculo ultrapassado na corrida pelo sonho de realizar a olimpíada.

Para muitos parecia impossível, mas começou a se tornar real quando o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Arthur Nuzman, e outros sonhadores tentaram trazer o maior evento esportivo do planeta. Como em qualquer competição coletiva, quando abraçada por todos, a conquista é praticamente certa. Anos de preparação até que em 2007, o país sediou o Pan Americano. Em 2009, a escolha do Rio em Copenhague. Alegria e lágrimas de grandes personalidades e autoridades do nosso país, liderados pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Pelé, o escritor Paulo Coelho.

Após sete anos, a cidade maravilhosa estava pronta para sediar os jogos olímpicos. Inéditos na América do Sul. A festa do esporte mundial não poderia ter palco mais propício. Recebemos atletas de mais de 160 países. Turistas de todo o planeta encontraram beleza e um povo encantador. Em momento político e econômico difícil é verdade, mas capaz de superar desafios e fazer uma olimpíada memorável.

Os resultados são exitosos para um país estreante na realização dos jogos olímpicos. A organização foi exemplar. A temeridade relativa à violência sucumbiu ao eficiente sistema de segurança planejado nos últimos anos. Nenhum incidente que comprometesse o sucesso do evento.

A infraestrutura do Rio de Janeiro recebeu investimentos importantes. Além do ótimo resultado para a imagem positiva do Brasil e para turismo, nosso país obteve o melhor desempenho em olimpíadas. Está entre as potências esportivas mundiais. É o décimo terceiro no ranking de medalhas e segundo país das Américas com melhor colocação.

Tantos feitos são provenientes de anos de trabalho e preparação. Fica o legado, sobretudo, na cultura do esporte. Avançamos muito, mas muito ainda há por ser feito. Por certo, modalidades esportivas terão mais investimentos e muitos adeptos, especialmente as crianças.

Espera-se que poder público e sociedade ajam para que tenhamos futuras gerações de campeãs no esporte e na vida. Para isto, é fundamental que haja estímulo ao esporte de base, nas escolas. Política adotada pelo governo do Maranhão com o resgate e ampliação dos Jogos Escolares Maranhenses (JEMs). Hoje, são mais de 100 mil estudantes de 83 municípios participando das competições em 20 modalidades com direito à logística de hospedagem, transporte e alimentação. O perfil da maioria dos campeões olímpicos brasileiros mostra que este é o caminho.

O esporte é promotor de feitos heróicos, de inclusão, saúde, superação, confraternização, solidariedade e paz. Os jogos do Rio legaram ao Brasil confiança e a certeza de que nosso povo forte e capaz de superar desafios. Precisa de oportunidade.

Radialista, jornalista. Subsecretário de Comunicação Social e Assuntos Políticos


Rio 2016: liderado pela bequimãoense Ana Paula, Brasil estreia com vitória no handebol

Do Uol

Ana Paula teve excelente atuação contra a Noruega

Ana Paula teve excelente atuação contra a Noruega

Se estrear com vitória é bom, sobre as campeãs mundiais, então, é melhor ainda. Na manhã deste sábado (06), na Arena do Futuro, no Parque Olímpico, que se tornou um verdadeiro caldeirão com o apoio da torcida, a seleção brasileira feminina de handebol bateu a Noruega por 31 a 28 e já larga bem no grupo A dos Jogos Olímpicos.

O triunfo é uma revanche da última edição olímpica, em Londres, quando o Brasil se classificou com 100% e cinco vitórias na primeira fase, mas acabou caindo para as norueguesas, quartas colocadas no outro grupo, em dolorida derrota por 21 a 19. O time da Escandinávia acabou embalando e sendo campeão olímpico.

O Brasil foi campeão mundial em 2013, na Sérvia, ao bater as donas da casa na final. Dois anos depois, caiu para a Romênia nas oitavas em Mundial vencido pela Noruega. As romenas são, por sinal, as próximas adversárias, na segunda-feira, às 16h40. A chave brasileira ainda tem Espanha, Montenegro e Angola. Apenas as quatro primeiras seleções se classificam.


Estudantes e professores realizam primeira pedalada bequimãoense

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Em comemoração à semana do Meio Ambiente, alunos da Escola Domingos Boueres e simpatizantes de todo município realizaram a primeira Pedalada Bequimãoense. O evento teve como objetivo chamar atenção da sociedade em geral sobre as diversas formas de preservar o meio ambiente.

A pedalada foi idealizada e organizada por professores da rede municipal de ensino de Bequimão, com o foco na preservação dos mananciais locais e as diversas formas de manter vivas a fauna, flora e os recursos naturais do município. Para Ivanete Ribeiro, uma das organizadoras do evento, a meta foi alcançada. “Foi muito bom participar de um momento como esse. O primeiro passo foi dado. Agora, espera-se que a comunidade se conscientize da importância de se preservar os recursos que temos para uma vida melhor para as futuras gerações” frisou a professora.

A pedalada foi apenas um passeio e não uma competição. Todos os participantes se sentiram felizes. Pedro Lucas aluno do 6º ano, do Ensino Fundamental aprovou a iniciativa. “A pedalada foi boa para todos nós que participamos e também para aqueles que deixaram suas casas para acompanhar um momento tão grandioso como esse, já que não é muito comum diversões como essa em nossa cidade” destacou o estudante.

Além do corpo docente e discente, participaram ainda da pedalada patrocinadores e admiradores do esporte.


A chama olímpica e a união entre os povos

Por Flávio Dino

13428444_578112849016159_5219382913501750598_nA Tocha Olímpica chega neste domingo à cidade de São Luís. O símbolo do fogo de Zeus – a sabedoria, entregue aos homens por Prometeu – ilumina as ruas da Atenas brasileira. Chega simbolizando o espírito olímpico de superação, paz e união entre os povos. Princípios que temos trabalhado nas ações de apoio do governo do Maranhão ao esporte.

Os Jogos Olímpicos começaram no século 8 antes de Cristo, como uma forma de confraternização entre as Cidades-Estado da Grécia. Retomada no século 19 para celebração do espírito de comunhão entre os povos, a Olimpíada transformou-se no maior evento esportivo do mundo. A realização dela chama a atenção de bilhões de olhos no mundo inteiro e, por isso, tornou-se grande chance de exposição da cultura e valores de uma nação ao mundo. Foi o que vimos em 2008 na Olimpíada de Pequim.

Em nosso país, a Olimpíada deveria coroar nosso esforço e criatividade na superação de desafios, uma das marcas do povo brasileiro. No entanto, infelizmente esse evento chega ao país em momento de grave e até agora estéril convulsão política. Apesar desse triste contexto, creio que cabe aos brasileiros receber bem os atletas do mundo inteiro que se reunirão no nosso país, independentemente dos conjunturais desatinos de alguns políticos.

No Maranhão, a tocha será conduzida por atletas de várias idades, além de cidadãos indicados por vários órgãos públicos e privados. No que coube ao governo do Estado, incluímos também professores de várias gerações, a exemplo de Emilio e Dimas, responsáveis pela formação de milhares de praticantes de judô e natação, ao longo de muitas décadas de produtiva atividade.

A tocha olímpica, carregada de tanto simbolismo, serve para nos inspirar ainda mais na determinação de investir no esporte maranhense, desde o comunitário e educacional, até o de alto rendimento. Temos feito isso com iniciativas como a realização das Caravanas do Esporte e Lazer, das quais já participaram mais de 25 mil maranhenses. Nessas caravanas, são oferecidas atividades a todas as faixas etárias, da criança ao idoso. Outra prioridade é a construção de ginásios multiuso em dezenas de municípios de todas as regiões do estado. Os dez primeiros já estão em fase de licitação e as obras começarão em breve.

Em 2015, realizamos a maior edição dos Jogos Escolares Maranhenses (JEMs), saltando de 64 para 96 municípios participantes. E também realizamos o ParaJEMs, que serviu de oportunidade para que pessoas com deficiência também possam se desenvolver em práticas esportivas. Desde 2015, também estamos apoiando os times de futebol profissional maranhense, por meio do projeto Futebol Pela Paz. Além do apoio ao basquete feminino, que viu o Sampaio ser campeão brasileiro logo no primeiro ano de atuação na liga.

Para ampliar as possibilidades do esporte maranhense, estamos investindo R$ 4 milhões na reforma do Complexo Esportivo do Castelão, com novo espaço multiuso, melhora das cabines de rádio e TV, cadeiras numeradas e ampliação do estacionamento. Lá também inauguramos uma pista de skate e fizemos algumas reformas, como a revitalização da pista de atletismo, com novo sistema de iluminação. Também estamos lutando para conseguir os recursos para a reforma do Parque Aquático, fechado há muitos e muitos anos.

Finalizo com o convite para que todos participem hoje dos eventos em São Luís. E amanhã em Barreirinhas e na terça em Imperatriz. Vamos torcer para que a tocha, símbolo de paz e fraternidade, ilumine também aqueles políticos que empurraram o Brasil para tão grave crise institucional.

Advogado, 48 anos, Governador do Maranhão. Foi presidente da Embratur, deputado federal e juiz federal.