Com maquinário especial, Ponte Central-Bequimão terá primeira etapa concluída

01577_terraplanagem_para_o_acesso_de_construcao_da_ponte_central_bequimao_fotos_mozart_magalhaes_3_7999485762917346282A Ponte Rodoviária sobre o Rio Pericumã, uma das obras mais aguardadas na Baixada, representa um dos grandes desafios para a engenharia maranhense. Uma ponte construída sobre um rio que tem interação de maré e cujos acessos até a chegada à margem são feitos sobre solo mole necessita de planejamento e maquinário especial para sua execução. Com investimentos de R$ 68 milhões, a construção da ponte requer complexa estrutura de engenharia.

São dois canteiros de obras e infraestrutura de deslocamento de equipamentos para fundação da ponte, além de máquinas especiais de grande porte, tais como guindastes de 170 toneladas, equipamentos náuticos, tratores, dentre outros equipamentos.

Mesmo com o período intenso de chuvas deste ano, as equipes técnicas do consórcio responsável pela obra estão concluindo a fundação em área seca da ponte, construída em estrutura mista, composta de concreto e aço, com vigas metálicas.

“As chuvas têm impacto sobre a obra porque se trata de terreno muito mole. Para ter uma ideia, a área de solo mole tem profundidade de 19 a 23 metros. Do ponto de vista prático, é bastante complexo avançar a obra nessas condições”, explica Samuel Rogério Gonçalves, secretário Adjunto de Obras Rodoviários da Secretaria de Infraestrutura (Sinfra).

“Mesmo assim, conseguimos manter o cronograma e evoluir na sondagem de confirmação das estacas e das fundações, etapa importante para a consolidação da obra”, acrescenta.

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A Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) adotou todas as medidas necessárias para que os entraves existentes em matéria de projeto, definição de método construtivo e de sondagem fossem superados. “Agora nós estamos avançando para o início mais efetivo da construção da ponte com as primeiras intervenções já sendo feitas inclusive às margens do Rio Pericumã. Então nós temos um plano de trabalho definido, vamos trabalhar intensamente agora no período de escassez de chuvas nesse segundo semestre, de modo que possamos avançar rapidamente, determinação do governador Flávio Dino para que essa obra seja realizada e entregue à população”, enfatiza, Clayton Noleto, secretário de Estado da Infraestrutura.

Localizada na MA-211, a ponte tem extensão de 589 metros e interligará os municípios de Bequimão e Central do Maranhão, criando acesso para as cidades de Apicum-Açu, Bacuri, Serrano do Maranhão, Cururupu, Porto Rico, Cedral, Guimarães e Mirinzal, reduzindo em até 152 km o percurso e solucionando os entraves de mobilidade urbana para os moradores da região.

Além disso, garante escoamento da produção, alavancagem do turismo e mais rapidez no acesso à capital do Maranhão, São Luís, e ao estado do Pará.
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“A Ponte sobre o Rio Pericumã é um sonho não apenas da cidade de Bequimão, mas de toda a região. Ela trará desenvolvimento econômico porque vai gerar movimentação no setor de comércio, serviços e trazer empregos”, disse o governador Flávio Dino ao lançar a obra em setembro do ano passado.

A Sinfra deve licitar em breve a pavimentação dos trechos de acesso à ponte. Serão seis quilômetros de asfalto tanto no município de Bequimão quanto no município de Central do Maranhão

Mais mobilidade para a Baixada Maranhense

Obra historicamente aguardada pela população da Baixada Maranhense, a Ponte Sobre o Rio Pericumã é uma das muitas obras rodoviárias do Governo do Maranhão.   No trecho que liga o município de Governador Nunes Freire a Cujupe, foram 186 quilômetros de asfalto, com investimentos de R$ 3,7 milhões.

Para melhorar o acesso que liga Serrano do Maranhão a Bacuri, a Sinfra recuperou ponte de concreto, investindo R$ 78 mil na obra.  Também foram recuperadas as pontes Liconde e Santa Maria em Cururupu, com investimentos de quase R$ 200 mil.

O Governo também investe mais de R$ 10 milhões em obras do Programa Mais Asfalto com serviços na entrada das MAs 106, em Pinheiro, e 304, em Mirinzal, totalizando 60 quilômetros; na MA-014, na altura do povoado Três Marias, em São Bento até São Vicente Férrer, com serviços  mais de 102 km de extensão, além de 22 quilômetros de asfalto em vias nos municípios de Pinheiro, Santa Helena, Turiaçu, Apicum Açu, Serrano e Bacuri.


Governo elabora projeto para novos cais flutuantes em São Luís e Alcântara

unnamedO presidente da Agência Executiva Metropolitana (Agem), Pedro Lucas Fernandes, entregou a concepção do projeto de novos cais flutuantes para São Luís e Alcântara, ao Capitão-de-Mar-e-Guerra André Luiz Trindade Gomes, comandante da Capitania dos Portos do Maranhão, para aprovação da Marinha do Brasil.

A ideia elaborada pelos técnicos da Agem e da Administração das Hidrovias do Nordeste (Ahinor) foi apresentada anteriormente ao governador Flávio Dino, que aprovou a construção, por entender a necessidade de melhorar a integração entre as cidades e modernizar o atracadouro de Alcântara, um dos principais acessos à Baixada Maranhense.

Após o aval do governador, a Agência Metropolitana tem articulado com os gestores das duas cidades (São Luís e Alcântara) para viabilizar a realização do projeto, por meio de parceria. A expectativa é que a licitação seja realizada o mais breve possível, após a aprovação do projeto de execução.

Projeto
Serão construídos terminais portuários de pequeno porte, com o objetivo de dar mais estabilidade aos horários de viagens hidroviárias que ocorrem entre São Luís e Alcântara. Quando estiver em funcionamento, esses novos cais flutuantes trarão mais segurança nas operações de embarque e desembarque, nos padrões exigidos pela Marinha do Brasil e possibilitará a travessia a qualquer hora do dia ou da noite – o que pode aumentar o fluxo de turistas.

O projeto faz parte do Plano de Ações da Região Metropolitana da Grande São Luís, desenvolvido pela Agem, que engloba também a mobilidade urbana. “Estamos articulando projetos e programas integrados para o cumprimento de funções públicas de interesse comum e assim melhorar a vida de milhares de maranhenses que vivem na região metropolitana”, pontuou Pedro Lucas, presidente da Agem.

O único cais que existe na cidade está bastante deteriorado e ameaça afundar. A peça serve para desembarcar os moradores, visitantes e até militares que chegam para a base de Lançamento de Foguetes da Força Aérea Brasileira (CLA). A responsabilidade pela manutenção é da prefeitura de Alcântara, mas o governo do estado do Maranhão, através da gestão metropolitana, tomou a iniciativa de resolver este problema que preocupa moradores.


Obras no Terminal do Cujupe geram emprego a moradores e conforto a comerciantes

CujupePrevistas para serem entregues à população no primeiro semestre de 2018, as obras do Terminal do Cujupe já avançam para a segunda etapa e vêm movimentando tanto a economia local assim como a vida dos moradores e comerciantes da região. A nova fase inclui a construção de uma nova estrutura para embarque multimodal de passageiros. Ou seja, engloba tanto o transporte aquaviário quanto o rodoviário. São transportados anualmente 1,7 milhão de pessoas e mais de 300 mil veículos.

Com a expansão, dezenas de comerciantes informais que trabalham na área serão contemplados com boxes padronizados. Além disso, a obra gera oportunidade de emprego e renda para as mais de mil famílias residentes na área. “Essa é a primeira vez que eu trabalho numa obra e estou achando ótimo. Essa oportunidade é rara, principalmente para gente que mora aqui. Essa experiência vai ser muito válida para o meu currículo”, diz Mauro Alves Coelho, de 24 anos, morador do Cujupe.

Os mais experientes também comemoram a absorção da mão de obra local no empreendimento. Edimilson Pereira, de 33 anos, oficial de carpinteiro, afirma que a rotina de trabalho tem gerado novas expectativas em sua carreira profissional. “Estou muito feliz em ter sido chamado para trabalhar nesta obra, até mesmo por saber que esse é um momento de crise no país. Estou aqui ajudando a construir esse novo terminal, que tem sido tão esperado por todos”, afirmou.

Além da mão de obra local, o empreendimento tem gerado expectativas em quem precisa usar o ferry, como é o caso do advogado Willame Almeida, morador de São Luís. Toda semana, para chegar até o trabalho, no município de Cururupu, ele utiliza o transporte aquaviário. O advogado ressalta as melhorias que já identificou no terminal devido à obra. “A passarela na área norte já é uma grande vantagem, pois a gente não se molha para percorrer o caminho que fica entre a base do terminal e o ferry”, observou. “Outro ponto que deve melhorar é o do restaurante, pois com a padronização tudo deixará de ser jogado”, acrescentou.

Comércio

O ordenamento dos ambulantes dará ao consumidor um espaço revitalizado e seguro no que se refere ao consumo de alimentos. Já os empreendedores passarão a enxergar a atividade como um negócio que gera renda e pode melhorar continuamente a qualidade de vida da população que reside no entorno do terminal. Haverá reflexos positivos também no estímulo à produção local.

José Martins Pereira, de 59 anos, morador do Porto de Baixo, localidade próxima à cidade de Bequimão, é um dos beneficiados pela obra realizada pelo Governo do Maranhão. Responsável pela família com seis pessoas, ele é o vice-presidente da Associação dos Vendedores do Porto e diz que houve sensibilidade do governador Flávio Dino com a comunidade. “Esse governo foi o que deu mais visibilidade para nós, que trabalhamos no porto. Eles estão pensando na gente, desenvolvendo obras e querendo colocar a gente num local adequado para trabalhar”, disse.

Oportunidades

Numa barraca centralizada, dentro da área do porto, dona Regina Pedra Azevedo, de 55 anos, que trabalha há mais de 18 anos no terminal com as vendas de camarões, caranguejos, azeite de coco babaçu, água mineral, cerveja, refrigerantes e biscoitos, conta da felicidade em saber que terá um espaço padronizado. “Estou muito feliz em ter a barraca da gente toda bonitinha e com segurança”, respondeu. Ela comentou que em um dia de movimento intenso de passageiros chega a vender cerca de R$ 700.Secap-Obras Terminal Cujupe (7)

Com a venda de biscoito de tapioca, castanhas, azeite de babaçu e bebidas, Josiane Alfândega, de 33 anos, conta que já estava ansiosa pela reforma e pela expansão do terminal, pois o período chuvoso sempre deixa os comerciantes em uma situação delicada. “A nova estrutura vai trazer muita melhoria para gente, pois teremos um espaço digno e que até mesmo o cliente vai gostar de vir comprar. Quando chove, ninguém sai debaixo da estrutura do terminal para vir até a banca. O terminal vai ficar muito valorizado”, afirmou.

Readequação dos espaços

O investimento para readequação e construção dos terminais é de R$ 12,6 milhões, empenhados pelo Governo do Maranhão por meio da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). “Essa obra representa um novo momento para a população da Baixada Maranhense, gerando mais negócios, mais investimentos e mais desenvolvimento para essa região tão importante”, afirmou o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária, Ted Lago.

A nova estrutura contará com um posto da Polícia Militar, lojas de conveniências, alojamento para funcionários, um sistema de reaproveitamento de águas de chuva, pátio de espera, com a reorganização do comércio ambulante, auditório e estacionamentos privativos. Ainda na primeira etapa, em 2016, foram instalados 365 metros de passarelas cobertas, sendo uma no sentido Sul e outra no sentido Norte. Todas as áreas serão sinalizadas e adaptadas para receber pessoas com deficiências.

O novo terminal está sendo estruturado dentro de uma logística que atenderá as necessidades da população, possibilitando a garantia de um acesso seguro e confortável aos milhares de usuários. O novo terminal de passageiros contará ainda com salas para a administração, posto do Juizado de Menores, boxes de comércio, lanchonete, salão de embarque com TVs e telas de informação sobre embarque e desembarque.

Haverá também um sistema de iluminação e de combate a incêndio (hidrante, extintor e sinalização de emergência). O projeto engloba ainda o plantio de árvores de grande porte – espécies adaptadas ao clima e ao solo da região com um sistema de irrigação para manutenção da vegetação.


Ponte Central/Bequimão levará progresso para a população da Baixada Maranhense

IMG_5693A construção da Ponte Central Bequimão, aguardada por décadas pela população da Baixada Maranhense, vai aumentar o progresso social e econômico na região. A obra de alta complexidade contará com um investimento de R$ 70 milhões e proporcionará uma nova rota para transporte e logística, facilitando assim o escoamento de produtos da região. Vai facilitar também o turismo aumentando a rota de integração do Maranhão com o estado do Pará.

Para a construção da via de acesso, que possibilitará o trabalho de fundação da ponte, está sendo realizado um aterro específico com um tipo de ‘cascalho de laterita’ para aumentar a resistência do solo mole que tem 25 metros de lama no local. Com a finalização dos serviços de sondagem será iniciada a colocação do estaqueamento (colocar as estacas dentro do rio) que dará início aos serviços de fundação da ponte.

Com extensão de 589 metros, a ponte vai interligar 13 municípios da Baixada Maranhense e diminuir distâncias e período de deslocamentos. “A ponte é o sonho desses 13 municípios. A empresa está lá trabalhando, ela fez o acesso em Bequimão e vai começar a obra dentro do Rio Pericumã, agora. É uma obra complicada por estar em solo mole, mas mesmo assim o estaqueamento começa em um mês. É uma obra complicada, mas ela vai ficar pronta”, afirmou o governador Flávio Dino.Hilda Pires Comerciante

O secretário de Infraestrutura do Estado, Clayton Noleto, destaca o andamento dos trabalhos de execução da ponte. “Nós já estamos com as obras em andamento. Estamos às margens do rio já com atividade, em breve estaremos trabalhando dentro do rio com a maior atenção e dedicação para que essa obra seja rapidamente concluída. É o sonho de toda a Baixada realizado, promovendo o desenvolvimento econômico e social, melhorando a qualidade de vida das pessoas”, disse o secretário, Clayton Noleto.

O pecuarista Samuel Sodré já utiliza o acesso às margens do Rio Pericumã na compra de gado no município de Central e atravessa o rebanho pelo rio utilizando uma canoa. “Pra gente vai ser mais perto chegar em Bequimão do que por Pinheiro. Hoje, é sacrifício, porque a gente traz o gado de canoa, é difícil demais, puxado. Com a ponte é diferente, não precisa puxar nada. Vai ser mais econômico, aqui a gente paga R$ 50 para atravessar cada boi. Vai diminuir o estresse do animal, atravessar essa água todinha, ser arrastado para subir é ruim demais” explica Samuel.

O novo acesso à ponte vai beneficiar outros moradores da Baixada, como a comerciante do município de Bequimão, Hilda Pires:

“Acho que vai melhorar e para todos da região. Aqui, a gente passa muito mal com a poeira, agora que a gente está podendo respirar por causa da chuva. Mas no verão, adeus, tem que ficar tudo fechado”.

Aguardando a construção da ponte, dona Hilda já faz planos para aproveitar o fluxo de pessoas que irão utilizar o novo trecho com o benefício. “Acho que vou aumentar meu negócio, abrir uma lanchonete talvez”, disse.

Obra de complexidade

IMG_5674A obra é um grande desafio da engenharia maranhense, executada com técnicas precisas. A empresa conta com dois canteiros de obras instalados no município de Bequimão, onde têm sido depositados os equipamentos que serão utilizados na etapa de fundação da ponte. Para a construção serão utilizadas máquinas especiais e adaptação de equipamentos à realidade técnica do projeto. Martelos vibratórios, guindastes de 170 toneladas, fábrica de estaca e equipamentos náuticos estão sendo mobilizados e muitos já se encontram no local para seguir o cronograma estabelecido para o trabalho.

Em Mirinzal, uma das cidades que será beneficiada com a nova ponte, os comerciantes acreditam na economia de tempo e dinheiro com o encurtamento das distâncias. “Hoje essa ponte é uma coisa vital para região. Será de suma importância porque acredito que diminuirá e muito, tanto em distância, quanto em gasto e tempo. Temos muitos estudantes em São Luís daqui da região que precisam se locomover e ir por Pinheiro é uma coisa desnecessária. Essa ponte será um marco para a região por décadas e décadas e para a vida inteira”, afirmou Emanuel Ribeiro, comerciante há 14 anos.

O mototaxista de Mirinzal, Aderaldo Rodrigues comemora o acesso que será facilitado: “Essa ponte saindo é muito bom pra gente. É uma benção pra gente principalmente que trabalha de mototaxi. A gente vai poder ir direto até lá em São Luís depressinha”, destaca.


Robson Paz: ponte sobre Rio Pericumã vai desenvolver Bequimão e toda região

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Em entrevista concedida ao Jornal Itapetininga, o subsecretário Robson Paz (Comunicação e Assuntos Políticos) afirma que a construção da ponte Central-Bequimão vai mudar o cenário de Bequimão e demais municípios do Litoral Ocidental Maranhense. Ele garante que os serviços estão em curso e que o governador Flávio Dino vai inaugurar a ponte até o final de 2018. Confira os principais momentos da entrevista:

A oposição tem insistido em dizer que a ordem de serviço da ponte foi apenas ato eleitoreiro. É verdade?

Não. Os políticos ligados ao grupo Sarney infelizmente torcem para que obras como esta que beneficiam a população não aconteçam. É o que se pode deduzir desse comportamento. As obras foram iniciadas sim. Ocorre que num primeiro momento eram necessárias máquinas, tratores, caçambas para construir o acesso ao local e o canteiro de obras. Concluída esta etapa evidentemente deixa de ser necessária a presença das máquinas no município. Mas, o canteiro de obras está instalado e começa agora a etapa mais complexa com equipamentos e mão de obra especializada. Existe um cronograma de execução da obra e este será obedecido e fiscalizado permanentemente pelo governo do Estado.

Qual a importância da construção da ponte Central Bequimão?

Trata-se de uma obra sonhada e reivindicada por décadas por nossa população e de todos os municípios da região. O governador Flávio Dino visionário que é priorizou e teremos mais de 200 mil pessoas dos 10 municípios do Litoral Ocidental beneficiados com este empreendimento, que vai gerar oportunidades durante e depois da construção da ponte.

Quais serão estes benefícios?

Primeiro vai gerar emprego e renda, nos próximos 18 meses, período da construção da ponte, tanto diretos quanto indiretos, pois para além de trabalhadores vai criar uma rede de oportunidades, especialmente no setor de serviços, que vão desde alimentação, hospedagem, entre outros. Depois, teremos os dez municípios dotados desta infraestrutura viária, que vai potencializar tanto o escoamento da produção quanto o turismo na região. Teremos maior facilidade de acesso com a redução em mais de 125 km no percurso do litoral à MA-106, que dá acesso a São Luís. Todo este leque de oportunidades nos dá a certeza de que finalmente nosso município e os demais terão um ciclo virtuoso de crescimento.

Qual previsão para conclusão da obra?

O prazo para conclusão dos serviços é de dois anos, mas o governador Flávio Dino ao dar a ordem de serviço lançou um desafio para que a construtora reduza este tempo para 18 meses. De modo, que até o final de 2018 deveremos ter esta importante obra concluída.

A ponte será importante para desenvolver o turismo nesta região?

Certamente. Temos um grande potencial natural e com a ponte vamos explorar com muito mais estrutura o turismo na região. Temos belíssimas praias, rios, a ilha dos Lençóis, a floresta dos Guarás, além de rica diversidade cultural. Tudo isto vai criar as condições para que tenhamos grande avanço no turismo.

A produção também terá benefícios?

Esta é uma região com grande característica agrícola e com a política de apoio à produção abrirá também uma grande perspectiva. Aliás, não apenas agrícola, mas também pesqueira, pois a região é grande produtora de pescado. O tripé produção, turismo e infraestrutura será fundamental para mudar o cenário de pobreza existente nestes municípios, com a geração de trabalho e renda, reduzindo a desigualdade.


Governo cumpre cronograma e inicia preparativos para obras de fundação da ponte sobre Rio Pericumã

foto-4-construcao-de-ponte-sobre-o-rio-pericuma-segue-em-ritmo-normal-e-o-trabalho-de-fundacao-deve-ser-iniciado-em-janeiroAs obras de construção da ponte sobre o Rio Pericumã, que ligará os municípios de Central do Maranhão e Bequimão, estão dentro do cronograma estabelecido, que prevê a conclusão da obra em 18 meses. Com isso, as máquinas para a execução dos serviços de sondagem e fundação chegaram ao canteiro de obras e serão transferidas, em janeiro, para a margem do rio, depois de construído o acesso ao local, possibilitando no primeiro mês de 2017 o início dos serviços de fundação.

Fernando Navarro, diretor executivo da obra, destacou como de fundamental importância o andamento dos trabalhos, uma vez que o projeto de execução da ponte é considerado complexo e de extrema dificuldade técnica. “Temos uma ponte de 26 metros de espessura, de solo mole e, além do rio, temos a influência das marés, uma obra em grau de dificuldade comparada a ponte do Rio Negro, no Amazonas”, exemplificou.

Ele acrescentou que graças ao ritmo dos trabalhos realizados, apesar das exigências técnicas, o avanço da obra tem superado as expectativas. “Os trabalhos de sondagem de confirmação estão sendo realizados com sucesso, definimos todo o histograma dos serviços com a definição de máquinas e recursos, portanto estamos preparados para chegar à margem do Rio Pericumã e dar início a mais uma fase da obra”, afirmou.foto-3-construcao-de-ponte-sobre-o-rio-pericuma-segue-em-ritmo-normal-e-o-trabalho-de-fundacao-deve-ser-iniciado-em-janeiro

As obras exigirão máquinas especiais e adaptação de equipamentos à realidade técnica do projeto. Martelos vibratórios, guindastes de 170 toneladas, fábrica de estaca e equipamentos náuticos estão sendo mobilizados aos que já se encontram no local para cumprir o cronograma estabelecido para os trabalhos.

A construção da ponte sobre o Rio Pericumã é um sonho antigo dos moradores de vários municípios da região e vai mudar para melhor a vida da população da Baixada Maranhense. Um dos efeitos positivos já está ocorrendo, com a obra houve a gerando de emprego e renda para 450 famílias da região.

Segundo o secretário de Estado da Infraestrutura, Clayton Noleto, a construção da ponte representa uma virada de página na história do Maranhão. “A obra é um grande desafio da engenharia maranhense, executada com técnicas precisas respeitando a concretização de um sonho de mais de quatro décadas que permitirá a integração do desenvolvimento econômico e social, gerando riquezas e mais oportunidades à Baixada Maranhense garantindo mais justiça social a todos”, explicou. Ele frisou que a construção da ponte é a quebra de mais uma lenda regional que gerou tantas expectativas frustradas e, agora, se torna realidade com a gestão realizada pelo governador Flávio Dino.

foto-1-construcao-de-ponte-sobre-o-rio-pericuma-segue-em-ritmo-normal-e-o-trabalho-de-fundacao-deve-ser-iniciado-em-janeiro-575x1024Com um investimento de quase R$ 70 milhões, favorecendo a mudança no cenário econômico e social da Baixada Maranhense, a ponte terá 89 metros de extensão. Além dos demais caminhos regionais que serão encurtados o trajeto com a conclusão da obra, a ponte possibilitará um deslocamento mais rápido ao Porto do Cujupe, com um trecho de 32 km a menos para ligação com a MA-106. Assim, moradores de Bequimão, Central do Maranhão, Mirinzal, Guimarães, Cedral, Cururupu, Porto Rico, Serrano do Maranhão, Bacuri e Apicum-Açu poderão fazer o trajeto até São Luís se deslocando 125 km.


Governo do Maranhão entrega primeira fase da obra no Terminal do Cujupe

foto-2-emap-governo-do-maranhao-entrega-1a-fase-de-obra-no-cujupe-1024x683O Governo do Estado fez a entrega simbólica das passarelas do Terminal do Cujupe (Alcântara), nesta terça-feira (20), importante ponto na rota de ligação entre a Ilha de São Luís e a região da Baixada Maranhense. A solenidade teve a presença do presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Ted Lago, acompanhado de equipe técnica da empresa.

A obra integra a primeira etapa do projeto de melhorias do terminal, que prevê a construção de uma nova estrutura para embarque multimodal de passageiros, beneficiando o transporte aquaviário e o rodoviário. A ordem de serviço para o início da segunda etapa, que vai erguer um novo terminal, deve ser assinada em janeiro do próximo ano.

“Inauguramos a nova estrutura de embarque e desembarque, que é uma demanda antiga, e marca a primeira fase das obras de implantação do novo Terminal do Cujupe. Antecipamos as passarelas para que a população possa aproveitar o recesso do fim de ano protegida da chuva”, afirmou Ted Lago após descerrar a fita.foto-1-emap-governo-do-maranhao-entrega-1a-fase-de-obra-no-cujupe-1024x683

O presidente da Emap destacou que desde o início do mandato do governador Flávio Dino está sendo realizado um intenso trabalho para garantir a melhoria do atendimento a todos os usuários desse serviço e ações para o desenvolvimento do estado com justiça social. “Depois de concluída a obra, o Cujupe terá sua capacidade de operação dobrada, o que representa um novo momento para a população da Baixada Maranhense, gerando mais negócios, mais investimentos e mais desenvolvimento para essa região tão importante”, declarou.

Segundo Antonio Dionísio, presidente da Associação dos Vendedores Ambulantes do Terminal do Cujupe, as novas passarelas trouxeram benefícios mesmo antes de ficarem prontas. “Nós conseguimos empregar 28 pessoas da comunidade na obra, o que já foi uma grande ajuda para nossa gente aqui da comunidade. A gente também olha o lado dos passageiros, que agora têm um aconchego bacana e não vão se molhar na chuva”, disse.

Jorgeane Almeida de Sousa, moradora da Baixada Maranhense, faz a travessia entre a Ponta da Espera e o Cujupe com frequência. “Foi muito bom essa passarela aqui, pois antes a gente ficava na correria fugindo do sol ou da chuva. Hoje temos uma coisa boa, que melhorou a vida da gente. Gostei muito, mesmo”, comentou.

Mão-de-obra local

A primeira fase do plano de transformação do Terminal do Cujupe (instalação de 365 metros de área coberta linear) foi realizada com o objetivo de proteger os usuários das intempéries, ampliando o serviço de atendimento ao público. As passarelas são duplicadas, de modo a contemplar embarque e desembarque simultâneos. Estão localizadas nas rampas Norte e Sul do terminal.

O projeto foi elaborado pela equipe de Engenharia da Emap, com piso de concreto, estrutura metálica e iluminação interna. Com investimento de R$ 1.186.000,00 de recursos próprios. Para a rampa norte, foi aproveitada a estrutura anterior, que foi adaptada ao novo projeto, sendo incluídas novas estruturas metálicas e cobertura, sistema elétrico e aterramento. Já na rampa Sul, foi construída toda uma nova estrutura.

A obra do Cujupe gerou 51 empregos diretos e 15 indiretos para a comunidade do entorno do terminal. Além disso, a empresa responsável pela obra capacitou 27 pessoas, com a qualificação técnica 11 foram contratados, implicando na assinatura da carteira de trabalho.


Empresa Maranhense de Administração Portuária abre licitação para Terminal do Cujupe

6 terminal de passageiros - cujupeFoi realizada a primeira sessão de licitação para contratação de empresa especializada para construção do Novo Terminal de Passageiro do Ferryboat do Cujupe, no município de Alcântara. Quatro empresas apresentaram os envelopes com a documentação de habilitação e as propostas de preço, que começaram a ser analisadas pela equipe da Comissão Setorial de Licitação da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), responsável pela gestão dos terminais externos da Ponta da Espera e do Cujupe.

A concorrência para construção do Cujupe é do tipo menor preço global e a obra está orçada em R$ 12,9 milhões, conforme previsto no Plano de Investimento 2016/2017 da Emap. Esta primeira fase é de habilitação, em que são analisados documentos jurídicos, fiscais e a qualificação técnica das licitantes. Na fase seguinte é que serão analisados os documentos que demonstrem o menor valor e o atendimento pleno de todos os requisitos previstos em edital.

A empresa que atender a todos os requisitos e oferecer o melhor preço assinará o contrato para construir o novo terminal de acordo com projeto elaborado pela equipe de engenharia da Emap, que prevê infraestrutura para embarque e desembarque de passageiros, terminal rodoviário, prédio administrativo, lanchonete e banheiros, boxes, pórtico de entrada com posto da Polícia Militar e guarita principal, alojamento e vestiário, comunicação visual, sistema de combate a incêndio, implementação do sistema de reuso de água de chuva, iluminação dos pátios, drenagem de água pluvial, estação de tratamento de esgotamento sanitário, estacionamento privativo e paisagismo.

“Este é mais um passo importante na determinação do governador Flávio Dino para garantia de melhor qualidade no atendimento aos usuários dos terminais de ferryboat. O projeto foi criado com base na previsão de aumento da demanda nos próximos anos, de modo a oferecer segurança e conforto aos usuários”, afirma o presidente da Emap, Ted Lago.