Nova pesquisa JP/Exata: com 60%, Flávio Dino vence no 1º turno

Pesquisa Exata/JPA nova pesquisa JP/Exata divulgada nesta terça-feira (24) pelo Jornal Pequeno mostra que o governador Flávio Dino mantém ampla vantagem sobre a ex-governador Roseana Sarney e seria reeleito hoje no primeiro turno. Flávio Dino tem 60% dos votos válidos, contra 31% de Roseana.

Em relação à pesquisa anterior, feita no início de junho, Flávio Dino passou de 57% para 60%. E Roseana foi de 30% para 31%.

De acordo com a Exata, Maura Jorge tem 4%, seguida por Roberto Rocha (3%) e Ricardo Murad (2%). Ramon Zapata e Ovídio Neto não pontuaram. O nome de Ricardo Murad aparece na pesquisa porque, quando ele anunciou a desistência, o levantamento já estava em campo.

A pesquisa com registro MA-06768/2018 ouviu 1.404 eleitores entre os dias 15 e 20 de julho. A margem de erro é de 3,2 pontos.


Exata/JP: Nova pesquisa estadual confirma vitória de Flávio Dino em primeiro turno

Do Jornal Pequeno

Governador chega a  59% de intenções de votos válidos

Pesquisa Exata Jornal PequenoMais uma pesquisa aponta a vitória do governador Flávio Dino (PCdoB) em primeiro turno. Desta vez, levantamento do instituto Exata, contratado pelo Jornal Pequeno, mostra que se as eleições fossem hoje o governador do Maranhão seria reeleito com 57% dos votos válidos.

O percentual de intenções de votos em Flávio Dino é quase o dobro da pré-candidata do MDB, Roseana Sarney, que aparece com 30%, na segunda colocação.

A seguir aparecem o deputado estadual  Eduardo Braide (PMN) com 6%; Maura Jorge (PSL) e Roberto Rocha (PSDB) com 3% cada um e o ex-secretário de Saúde Ricardo Murad (PRP) com 1% das intenções de votos.

A Exata/JP testou outro cenário em que o governador Flávio Dino cresce dois pontos percentuais e chega a 59% das intenções de votos. Roseana Sarney fica com 31%, enquanto Maura Jorge e Roberto Rocha permanecem empatados com 4% das intenções de votos. Ricardo Murad e Odívio Neto teriam 1% cada um.

Exata-JP

APROVAÇÃO

Segundo a pesquisa Exata/JP, o governo Flávio Dino mantém-se com uma das maiores aprovações do país. A gestão é aprovada por 62% da população, enquanto 34% não aprovam e 4% disseram não saber ou não responderam.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº 06478/2018 e foi realizada entre os dias 25 e 30 de maio. A Exata entrevistou 1.400 pessoas em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O intervalo de confiança de 95%.


60% dos maranhenses aprovam governo Flávio Dino, diz Exata

JPDo Jornal Pequeno

A mais recente pesquisa Exata/Jornal Pequeno mostra que o governador Flávio Dino continua com uma das maiores aprovações de gestão junto à população em todo o país. 60% dos maranhenses aprovam o governo Flávio Dino. A desaprovação ficou em 36%, segundo a pesquisa Exata e 4% não responderam ou não souberam opinar. Foram entrevistadas 1.400 pessoas.

O levantamento mostra estabilidade na avaliação do governo, mesmo após campanha da oposição contra o reajuste de salários de professores e contra readequação do valor do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) no estado. Na pesquisa anterior, em dezembro do ano passado, a aprovação era de 61%. A oscilação de um ponto está dentro da margem de erro da pesquisa.

“O governo Flávio Dino mantém um elevado patamar de aprovação, com claros sinais de fidelização de amplos setores sociais espalhados em todas as regiões do Maranhão”, avalia o relatório analítico do Instituto Exata. “Os dados revelam resiliência do governo ao cenário político nacional ruim e sobretudo aos ataques da oposição, mais intensos desde o início do ano. Há uma couraça de proteção até aqui”, diz também o Instituto.safe_image

A manutenção de índices de aprovação de um governo estadual na casa dos 60% após dois anos de gestão é algo raro no Brasil. Uma das explicações para avaliação positiva do governo Flávio Dino são os fortes investimentos em programas e ações em todas as regiões do Maranhão, que vêm reduzindo os impactos da crise econômica nacional no estado. O Maranhão deve crescer mais do que a média nacional em 2017.

Caminho certo

A pesquisa Exata mostra que a avaliação do desempenho pessoal do governador também se mantém, e ainda mais alta que a avaliação geral do governo. Atualmente, 62% dos maranhenses aprovam a atuação pessoal de Flávio Dino, contra 34% que não aprovam. Outros 4% não responderam ou não souberam responder.

Bolsa Escola

A pesquisa também mediu os programas e ações governamentais mais lembrados pelos maranhenses. Os programas que mais se destacaram são Bolsa Escola (13% dos maranhenses lembraram dele), aumento do número de policiais (11%), o Mais Asfalto (7%) e o aumento do salário de professores (6%).

O Bolsa Escola entrou este ano em sua segunda edição, investindo R$ 52 milhões para que as mães de alunos da rede pública possam comprar materiais escolares. Atualmente, 1,2 milhão de crianças e adolescentes são beneficiados pelo programa. O Mais Asfalto já recuperou ou construiu 1 mil quilômetros de estradas ou vias urbanas em todo o estado. Outros mil estão sendo recapeados.

O Governo do Maranhão já nomeou 2.500 novos policiais em dois anos. E a partir de 1º de maio, os professores da rede estadual terão a maior remuneração base do país, com piso de R$ 5.384,26 a R$ 7.215,48.

A pesquisa Exata foi realizada entre os dias 23 a 26 de março, ouvindo 1.400 pessoas em todas as regiões do estado.


Governo Flávio Dino é aprovado por 61% dos maranhenses, diz pesquisa Exata/Jornal Pequeno

whatsapp-image-2016-12-23-at-05-56-45O governo Flávio Dino é aprovado por 61% da população maranhense. É o que mostra pesquisa realizada pelo instituto Exata entre os dias 12 a 17 de dezembro. Foram realizadas 1.408 entrevistas em todas as regiões do Estado. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%.

Na última pesquisa do mesmo instituto, em julho de 2016, a aprovação era de 60%. De acordo com o novo levantamento, 34% dos maranhenses desaprovam o governo, enquanto 5% não sabem ou não responderam.

Segundo a Exata, o desempenho pessoal do governador Flávio Dino é ainda melhor e alcança 63% dos entrevistados. Com dois anos de governo, Flávio Dino mantém a mesma aprovação que o levou ao Palácio dos Leões em outubro de 2014, quando foi eleito com 63,52% dos votos.

Mesmo em meio à grave crise econômica e política nacional, que tem gerado diminuição dos repasses federais a todos os estados brasileiros e desgaste de políticos, Flávio Dino tem índices altos de representatividade, já que mais da metade dos entrevistados consideram a imagem do governador como muito positiva ou positiva.

“Governador Flávio Dino demonstra uma capacidade muito grande de resistência ao clima geral que há no país e contamina a avaliação dos governos. Os níveis de aprovação do governo e de confiança no governador são muito elevados considerando a conjuntura”, destacou o relatório.

Maioria dos maranhenses desaprova Governo Temer

A mesma pesquisa também aferiu o desempenho do presidente Michel Temer, que tem a gestão reprovada por 86% dos maranhenses. Apenas 10% aprovam e 4% não sabem.


Dialética e memória

Editorial JP, 7 de fevereiro de 2015

Bastou um mês. O fundo de reserva do sarneisismo assistiu à implantação do plano Mais IDH, à convocação de 1.000 novos policiais para garantir a segurança da população, à redução dos índices de criminalidade em comparação a janeiro de 2014 e deve ter deduzido: “Como nós fomos incompetentes”!

Assistiu, em apenas um mês, ao seletivo que está colocando mais mil professores em sala de aula, à prorrogação dos contratos de outros 4 mil professores, ao projeto que vai por fim às escolas de taipa e palha, ao encaminhamento de uma solução para a Defensoria Pública, à parceria entre Estado e Prefeitura para recuperação asfáltica e intervenções em ruas e grandes avenidas da capital, dentre outras ações do governo Flávio Dino, e deve ter deduzido: Nós realmente esquecemos de governar”.

O editorial de ontem do EMA é um primor do escamoteamento dialético. Falam que em campanha o governador convenceu 2 milhões de eleitores de que teria a receita e o remédio certos para todos os males do Maranhão. Mas os males que eles causaram e deixaram são tantos – caso de falência múltipla dos órgãos do Estado – que nem com a concorrência de 10 mil laboratórios e um milhão de farmácias seria possível curar dentro de um mês.

E o governador Flávio Dino deve estar realmente cansado. De conferir dívidas e rombos. A dívida de R$ 30 milhões com a Cemar, o calote de R$ 184 milhões na Saúde, as 17 mil cédulas de identidade que sumiram do Viva Cidadão, o rombo de mais de R$ 1 bilhão na Refinaria Premium, a farra institucional com dinheiro público na Fundação da Memória Republicana e por aí vai.

Se, como dizem, as estatísticas mostradas por Flávio Dino em palanque não são reais, que desmintam eles o IBGE, a ONU, a Fundação Getúlio Vargas e todos os institutos que já aferiram a derrocada sócio-econômica do Maranhão sob o poder dos Sarney.

Discursar, para quem passou a vida estudando, é realmente muito fácil; para quem passou a vida em mesas de pôquer e pif paf, onde o silêncio é praticamente obrigatório, sempre será mais difícil. E também é correto dizer que a crise pessoal com a dialética entre o falar e o fazer é bem mais leve que a crise pessoal que vem com a dúvida entre o ficar e o fugir.
Como podem ter a cara de pau de falar em Portal da Transparência depois de descobertos os atos secretos que esconderam os principais gastos do governo Roseana Sarney, é alguma coisa digna do The Blues Brothers. Pior ainda é reclamar de violência, de homicídios, depois de transformarem São Luís numa espécie de Faixa de Gaza do Nordeste brasileiro.
Aquele editorial é o sarneisismo se olhando no espelho e tentando entender a própria derrota. Extrapola qualquer nível de cinismo que falem sobre nomeações de parentes e apaniguados quando confiscaram as instituições e tomaram de assalto todos os cargos estaduais e federais do Maranhão durante 50 anos.

E, falando em provérbios, que tal este: “Nada é tão admirável em política quanto uma memória curta”. (John Kenneth Galbraith)


“Água, violência e indecência”: Editorial do Jornal Pequeno

O Maranhão é como um país à parte do Brasil. Um país sem rede de esgoto, um país sem água e sem segurança pública. Um país sem banheiros, se é possível acreditar que esse tipo de situação ainda possa persistir. Um país cujos indicadores sociais, as aferições de pobreza e abandono das classes menos favorecidas nos remetem aos princípios de um século que já passou.

A atormentada campanha política que começou no domingo – e atormentada porque nela já se registram ataques à família, crueldade no tratamento de tragédias familiares, insultos e sopapos trocados entre candidatos – registra o fato inédito e singular para quem chegou no século 21, de um candidato ao governo, Flávio Dino, apresentando 65 propostas, entre elas o “Pacto pela Vida”, um projeto de redução da violência e “Água Para Todos”, neste caso específico porque falta água para muita gente no Maranhão.

Na proximidade de shoppings e prédios públicos suntuosos como os do Tribunal de Contas do Estado, Ordem dos Advogados do Brasil, Assembleia Legislativa, Secretaria Estadual da Saúde, o Bairro Jaracaty sofre com a falta de saneamento básico. E se aqui, em área nobre de capital, é esta a situação, podemos imaginar o que acontece nos longínquos municípios do interior do Estado.

Se atingirmos a pior qualidade em quase todos os serviços que se esperam do Estado, se continuamos a erguer o cetro de campeões de pobreza, é que o modelo político fundado e mantido durante quase 50 anos pelos Sarney governou exclusivamente para as elites, para os grandes negócios e esqueceu o lado social mais necessitado. Somos um país à parte em que a distribuição de água tratada é um dos principais compromissos de uma campanha política. Somos um país à parte do Brasil, porque, no limite de todas as infidelidades sociais, o Maranhão não tem banheiros!

E é neste país sem rede de esgoto, sem água, sem segurança pública, que a indecência política praticada através de parte da imprensa avança sobre a família, propõe uma guerra moral lamentável e é despropositadamente cruel com os sentimentos de um pai que tragicamente perdeu um filho. E sabe Deus o tamanho da dor de perder um filho prematuramente. Por esse caminho, o caminho do vale-tudo, o caminho do linchamento pessoal, o Maranhão, mais uma vez, será exemplo de vergonha para o Brasil.

E assim caminha o Maranhão. Falta água, falta saneamento, faltam banheiros e sobram violência e indecência política.

* Editorial publicado no Jornal Pequeno