O povo quer mais

Robson PazROBSON PAZ

Por mais de 50 anos, o Maranhão viveu nas trevas. Não tinha escola em tempo integral. As minorias eram invisíveis aos olhos do Estado. Maranhenses submetidos à via crucis em busca de socorro por falta de rede hospitalar eficaz. Violência nos presídios e fora deles. Crianças e adolescentes privadas de escolas dignas. Milhares de jovens, adultos e idosos analfabetos. Sina de décadas, que parecia eterna.

Triste realidade, que começou a mudar. Quem diz isso? O povo, pesquisas e veículos de comunicação respeitados nacionalmente.

Na convenção que confirmou a candidatura à reeleição de Flávio Dino ao governo, testemunhos emocionados deram a dimensão de como a política feita com seriedade e sensibilidade pode mudar para melhor a vida das pessoas. Crislane, Karla Manuela e Ana Vitória são jovens que têm em comum sonhos e projetos de vida sendo realizados a partir dos Iemas (Institutos de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão). A professora Maria de Jesus apontou o programa Escola Digna como o maior legado do governo Flávio Dino, pois além de construir, reformar e reconstruir escolas assegura valorização e formação para professores e gestores.

Beneficiário do Cidadão do Mundo, Fábio contou a experiência do intercâmbio internacional, que proporciona aos jovens estudantes da rede pública crescimento pessoal, profissional e os tornam multiplicadores de conhecimento.

A idosa Maria Erondina falou da alegria de aprender a ler e escrever, aos 72 anos, no programa “Sim, Eu Posso!”

Filas desumanas foram reduzidas com a construção da rede de hospitais regionais em Pinheiro, Caxias, Imperatriz, Santa Inês, Balsas e Bacabal. A população agora tem acesso a serviços de Ortopedia e Traumatologia, no HTO; Casa Ninar cuida de crianças com problemas de neurodesenvolvimento; atendimento odontológico no Sorrir. Atenção básica com a criação da Força Estadual de Saúde.

Telma e Raildes, esposa e filha de policiais militares, agradeceram as conquistas dos profissionais da segurança pública. Promoções, concursos públicos e contratações que deram ao Estado o maior contingente da Polícia Militar da história. São Luís deixou a vergonhosa lista das 50 cidades mais violentas do mundo. Ficou para trás o terror que dominava o sistema penitenciário e o pânico imposto pelos bandidos à população.

O menino Gabriel emocionou a todos ao falar sobre o programa Travessia, que leva pessoas com deficiência gratuitamente para atendimento médico e atividades de lazer e entretenimento. Direitos e cidadania promovidos também com ampliação de restaurantes populares, Vivas e Procons como nunca antes no Estado.

A vida de Pedro Jorge e demais beneficiários do Cheque Minha Casa mudou com moradia digna. Sonho de ver a filha na universidade, da quilombola e quebradeira de coco Marinilde, concretizado graças ao Mais IDH.

Mudanças como estas e muitas outras levaram o portal G1, da Rede Globo, a conferir ao governador Flávio Dino o título de governador mais eficiente do Brasil.

É por isto que a população afirma com altivez em atos públicos ou por meio de pesquisas, que creditam ao governador Flávio Dino mais de 60% dos votos, que o povo quer mais. Nos dizeres da menina Ana Vitória: “Gratidão, meu povo!”

Radialista, jornalista, Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.


O alvo é o povo do Maranhão

Robson PazROBSON PAZ

Qual o alvo do ataque sistemático midiático à gestão do governador Flávio Dino? Óbvio que a mudança de práticas na política do Maranhão incomoda os privilegiados de outrora.

Deixar para trás os tempos em que crianças eram obrigadas a escrever com toco de lápis desagrada a uns poucos. Afinal, são mais de 1 milhão de alunos de baixa renda com acesso a material escolar, por meio do Bolsa Escola.

Que dizer dos filhos de pobres viajando para o Canadá, Estados Unidos e Argentina para aprender idioma e ter experiências com novas culturas? Antes, este era um privilégio de um séquito de herdeiros palacianos.

As crianças e adolescentes submetidas a estudar debaixo de mangueiras ou em palhoças de chão batido experimentam o direito a escolas dignas em alvenaria com banheiros e salas climatizadas…

Nossa juventude começou a sonhar e tornar realidade seus sonhos. Com inédita rede de escolas em tempo integral, planejam o futuro com a certeza de que tem ensino de qualidade e podem aprender uma profissão.

Os professores antes recebidos com cacetetes em manifestações são os mais bem pagos do país. Os mestres da rede estadual de ensino têm salário duas vezes maior que os docentes de São Paulo, o estado mais rico do país.

A casa de farras homéricas de governantes do passado agora abriga crianças com microcefalia. Tratamento especializado em ambiente digno, iniciativa que deixou revoltados quem antes utilizava o prédio público como bem privado.

A rede de hospitais regionais muda progressivamente a realidade dramática das procissões de ambulâncias. Homens e mulheres antes esquecidos recebem atendimento médico dos profissionais da Força Estadual de Saúde em suas casas.

As cenas de barbárie em que presos eram decapitados em Pedrinhas como nas masmorras medievais, foram substituídas por apenados trabalhando na construção de blocos de concretos, que pavimentam ruas das cidades mais pobres do estado no programa Mutirão da Rua Digna.

Os incêndios a ônibus e toques de recolher implantados por facções em São Luís sucumbem diante de uma polícia fortalecida com a maior tropa da história do Maranhão.

Aqueles que cultuavam as casas de taipa sob a falácia de hábito cultural devem estar ensandecidos em ver os maranhenses com acesso a moradia digna e programa Cheque Minha Casa, que garante recursos para melhorias nas habitações da população de baixa renda.

As pontes e estradas fantasmas cederam espaço para rodovias que pavimentam o desenvolvimento e a qualidade de vida de milhares de maranhenses e deixam assombrados aqueles que se acostumaram a desviar recursos públicos.

Instituições de respeitabilidade nacional e internacional atestam o equilíbrio fiscal do estado e a transparência na aplicação dos recursos públicos. Para o incômodo daqueles que escamoteavam por meio de filtros suas patranhas.

O Maranhão é referência de gestão eficiente para todo o Brasil. Não é difícil, pois, imaginar porque tanta agressão e perseguição ao governador Flávio Dino. Mas o verdadeiro alvo dos ataques é o povo que ousou mudar e hoje é tratado com o respeito e a dignidade.

Radialista, jornalista. Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.


Luis Fernando captura prefeitos, mas o povo quer votar na oposição

Do Blog do Ed Wilson 

Alguma coisa parece ter mudado no jogo eleitoral do Maranhão.  Pela primeira vez, um candidato da oposição, Flavio Dino (PCdoB), fora da máquina do governo, lidera com folga as pesquisas e ameaça concretamente derrotar a oligarquia Sarney.

O cenário para 2014 é diferente de 2006. À época, o então governador José Reinaldo Tavares (PSB), dissidente da oligarquia, alimentou três candidaturas contra Roseana Sarney (PMDB): Jackson Lago (PDT), Aderson Lago (PSDB) e Edison Vidigal (PSB).

Jackson Lago venceu a eleição, mas foi cassado.

Em 2013, Flavio Dino segue liderando sem a máquina estadual. O candidato da governadora, Luis Fernando Silva (PMDB), não consegue decolar, mesmo com o apoio de todas as estruturas econômicas, políticas, jurídicas, midiáticas e até sobrenaturais.

No desespero, o governo coage os políticos alinhados à oposição. Ameaçado de cassação, o prefeito de Barreirinhas, Léo Costa (PDT), foi o primeiro a ceder. Em solenidade no Palácio dos Leões, sob pena de perder o mandato, inclinou-se a Roseana Sarney (PMDB).

O prefeito de Cajapió, Nonato Silva (PCdoB), mudou de partido e também declarou apoio a Luis Fernando.

A oscilação dos prefeitos é comum no período pré-eleitoral no Maranhão. Mediante ofertas de convênios e parcerias, ou ameaças de cassação, os gestores municipais aderem sob pressão à candidatura do governo.

Essa movimentação sempre ocorreu nas eleições anteriores; porém, no cenário de vantagem das candidaturas do Palácio dos Leões.

Em 2014 a tendência é de alteração desse panorama. Enquanto Roseana Sarney & Luís Fernando Silva cooptam os prefeitos, o povo segue outro caminho, apontado nas pesquisas favoráveis à oposição.

Flavio Dino continua liderando em todos os cenários, mesmo com a pressão do governo Roseana Sarney sobre os prefeitos.

O desespero diante do fracasso de Luís Fernando alterou também o modus operandi eleitoral da oligarquia Sarney.

Nos pleitos anteriores, Roseana apresentava o candidato da oligarquia Sarney e dava uma ordem aos prefeitos, algo como: “Esse é o nosso nome. Se virem para eleger”

Agora o governo está negociando com prefeitos, grupos de oposição, presidentes de câmaras municipais, vereadores, lideranças comunitárias, sindicais etc.

Na estratégia da campanha de Luís Fernando, há uma diretriz específica para os meios de comunicação nos municípios, que consiste no cerco às rádios locais, jornais regionais e blogueiros.

Mesmo com todo o poderio midiático-econômico-político, Luís Fernando Silva não decola.

Ele vai para um lado e o eleitor para outro.


Enquanto a televisão brasileira distrai o povo com suas novelas…

Do Blog do Controle Social

Cantora Leci Brandão

Autor apócrifo

Ao ver o furor até infantil, diria, de alguns por causa da final do folhetim global “avenida brasil” me deparei com um verso da poetisa Leci Brandão, que atualmente é deputada estadual pelo PCdoB de São Paulo, na bela canção “Zé do Caroço”.

Segundo os versos, Zé seria um batalhador pelas causas sociais de sua comunidade e a “novela” faria um papel inverso ao seu, ou seja, distrair a comunidade das suas lutas cotidianas dando-lhes a falsa impressão de que o mundo giraria em torno do folhetim.

Sendo imparcial e não entrando no mérito da questão, sou um cruzado em uma trincheira onde não passa a novela “avenida brasil”. Para mim, estas “obras” são vazias de significado e sintetizam apenas visões estereotipadas de pessoas que não existem na realidade do cotidiano nacional.

Bom, já disse! onde acertarão-me a primeira pedra?

PS: nem ouso identificar-me.