Ponte Central-Bequimão: Ministério Público rejeita representação do MDB de Roseana

Estrutura-Ponte-Central-BequimãoO Ministério Público Eleitoral manifestou-se pela improcedência de uma representação protocolada pelo Diretório Estadual do MDB na Justiça Eleitoral contra o governador Flávio Dino, essa em virtude da divulgação da chegada das carretas com peças para a construção da Ponte Central-Bequimão.

O partido de Roseana Sarney alegou o “desvirtuamento da propaganda institucional do Estado do Maranhão em prol da pretensa promoção da figura do governador, candidato a reeleição, utilizando-se de carretas, equivalendo-se a outdoors ambulantes, para o fomento de obra que, supostamente, irá ocorrer”.

Na decisão, o procurador eleitoral José Raimundo Leite Filho foi bem claro ao definir a ausência de referência às eleições vindouras. “Retira do ato administrativo questionado qualquer capacidade de vir a configurar propaganda eleitoral, nos termos em que definida na Lei 9.504/97 e Resolução TSE nº 23.551/2017”.

“No caso, como bem registrou aquela decisão, a simples utilização de faixas com a inscrição “ESTRUTURA DA PONTE CENTRAL-BEQUIMÃO” seguida da expressão “GOVERNO DO ESTADO FAZ PARA TODOS”, slogam de identificação da administração estadual, em caminhões que transportam matéria-prima para a obra pública não configura propaganda eleitoral, tendo em vista seu caráter meramente informativo e institucional”, afirmou o procurador.

Essa é apenas mais uma derrota para a conta da oligarquia Sarney na Justiça Eleitoral.


PMDB de Roseana entra na Justiça contra obras da ponte Central-Bequimão

Do Blog do John Cutrim

roseana-e-zc3a9-martinsO PMDB, partido da ex-governadora Roseana Sarney e do presidente Michel Temer, manobra na Justiça para tentar interromper as obras da Ponte Central-Bequimão.

A sigla impetrou representação no TRE por suposta propaganda eleitoral antecipada, após o governo do Estado divulgar imagens de carretas chegando ao Maranhão com o material para a construção da ponte sobre o Rio Pericumã. A ação movida pelo PMDB é vista como mais uma tentativa do grupo Sarney em judicializar as eleições no estado.

Digitais do coronelismo

Aliado de Roseana, o prefeito de Bequimão, Zé Martins (também do PMDB), chegou a mandar a Guarda Municipal interditar a principal via de acesso ao Centro do município para impedir a passagem das carretas pelas principais vias cidade.

Transparência administrativa

Na representação, o PMDB usa como argumento postagem do governador Flávio Dino (PCdoB) comemorando a chegada das estruturas da ponte. Desde que iniciou sua gestão, Dino se notabilizou por usar as redes sociais para comunicar as ações de governo. Para o governador, isso representa “transparência administrativa em tempo integral”.

Flávio Dino se posicionou sobre a estratégia judicial do partido de Roseana. “Querem usar o Judiciário para impedir coisas boas para a população. Uma vergonha”, lamentou.


Pré-candidatura de Roseana Sarney agoniza

Robson PazROBSON PAZ

A 90 dias do fim do prazo de registro de candidaturas para as eleições de 7 de outubro, um mar de incertezas ronda a oposição sarneysista sobre o candidato que enfrentará o governador Flávio Dino na disputa pelo governo do Estado.

Há meses, escrevi neste espaço que o embate entre o governador Flávio Dino e a ex-governadora Roseana Sarney é improvável. Tese que se consolida à medida em que se aproxima o pleito.

A razão é simples. Sem apoio popular, político e aliada de Michel Temer, presidente mais rejeitado do país pós-ditadura, Roseana Sarney aposta as últimas fichas no poderio midiático do clã. E partiu para um festival de ataques Fake news ao governo Flávio Dino. Tentaram transformar em escândalo e envolver o governo no suicídio do médico Mariano Castro; no suposto monitoramento de políticos e a nomeação legal de capelães da Polícia Militar. Com baixa credibilidade e nenhum amparo na realidade, as investidas midiáticas da oposição sarneysista fracassaram, conforme atestam pesquisas.

A rejeição experimentada nas andanças pelo interior fez a emedebista recuar das aparições públicas. Aos defensores da candidatura de Roseana Sarney resta torcer por um ‘inusitado’ escândalo envolvendo o governo. Uma espécie de novo ‘Reis Pacheco’ para dar o mínimo de oxigênio ao projeto sarneysista de voltar ao poder. Chances remotas se considerarmos que o governo Flávio Dino se destaca como o mais eficiente do país, combate a corrupção e cuja transparência e controle dos gastos públicos saltou de zero para dez na escala da CGU (Controladoria Geral da União).

E na ausência de Roseana Sarney, qual será o posicionamento do clã? Apoiar Roberto Rocha? Estimular a candidatura de Eduardo Braide? Nenhuma coisa, nem outra. Ser a segunda força política do Estado não é a pior situação dos mundos. Menos ainda considerando que daqui a quatro anos haverá novo embate pelo governo e este não terá como candidato o governador Flávio Dino.

Por isso mesmo, Sarney não pensa na hipótese de transferir o espólio. Sabendo disso, o deputado estadual Eduardo Braide anunciará, nas próximas semanas, sua candidatura a deputado federal. Manterá, assim, o projeto de disputar a prefeitura de São Luís em 2020.

Pois bem, e o que faria o grupo Sarney? A prioridade do clã é eleger um senador. Com o olhar voltado para a eleição de 2022. A evidência aponta para a candidatura de Sarney Filho (PV). Mas, este poderá ser uma vez mais sacrificado e ceder a vaga para a irmã.

Qual seria a justificativa e quem substituiria Roseana Sarney? A explicação já começou a ser ensaiada. Roseana só aceitaria ser candidata ao governo no comando do MDB. Proposta, de pronto, recusada pelo senador João Alberto. Com a desistência de Roseana Sarney resta como alternativa a candidatura do fiel escudeiro de Sarney, João Alberto. Candidatura que cumprirá a tarefa de manter minimamente coeso os 25% orgânicos do grupo.

Aos demais candidatos do consórcio sarneysista restará resignarem-se à condição de linha auxiliar do projeto coronelista. E Flávio Dino segue com amplo favoritismo para conquistar o segundo mandato.

Radialista, jornalista. Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM.


Improvável duelo eleitoral

Robson PazROBSON PAZ

O duelo eleitoral entre o governador Flávio Dino (PCdoB) e a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) parece cada vez mais improvável. A mdebista apostava em três fatores para entrar na disputa pelo governo do Estado: viabilidade eleitoral, apoio político e poderio midiático.

Com base nesse tripé, o plano do grupo Sarney era consolidar o projeto até dezembro de 2017. Janeiro chegou e todos os cenários são amplamente desfavoráveis à tentativa do sarneísmo voltar ao poder.

No âmbito eleitoral, as pesquisas divulgadas pela TV Difusora e pelo Jornal Pequeno, em dezembro passado, mostraram favoritismo do governador Flávio Dino à reeleição.

Além de ver Dino liderar com mais de 60% dos votos válidos, Roseana Sarney, variando entre 27% e 30% das intenções de voto, tem a maior rejeição entre os pré-candidatos, segundo dados dos Institutos Exata e Datailha.

Na seara política, a desvantagem de Roseana Sarney é ainda mais visível. Enquanto o governador comunista manteve praticamente intacta a aliança que o levou ao Palácio dos Leões, em 2014, a mdebista amarga quase completo isolamento. A maioria dos partidos historicamente aliados do sarneísmo anunciou apoio ao governo e à pré-candidatura do PCdoB.

Ao menos seis legendas PRB, PP, PR, DEM, PROS e PTB estarão na aliança liderada por Flávio Dino.

Não por acaso, o ex-senador José Sarney vetou a nomeação do deputado federal Pedro Fernandes (PTB) para o Ministério do Trabalho. A desesperada tentativa de recuperar o apoio do PTB tinha o simbolismo de um troféu a ser exibido pelo chefe maior da oligarquia como demonstração de força para os políticos. Deu com os burros n’água!

A postura firme, leal do presidente do PTB escancarou ao Maranhão e ao Brasil, a política coronelista e retrógrada praticada por Sarney e a candidatura caricata de Roseana Sarney.

– Mas, Sarney é detentor de um império midiático capaz de causar avarias na imagem de governos e políticos. Diria, um observador!

Sim, verdade que Sarney tem um oligopólio de comunicação encabeçado pela afiliada da Rede Globo, dezenas de emissoras de TVs e outras tantas de rádios, jornal e portal de internet. De fato, não é desprezível!

Contudo, o ambiente da comunicação do Maranhão não mais permite a criação de factóides como a “morte e ocultação de cadáver de Reis Pacheco”, sem a devida constatação da verdade com a celeridade e pluralidade propiciada pela internet e redes sociais.

Ademais, pelo menos, metade da população do estado não se informa pela TV Mirante, pois acessa TV por parabólica. Cada vez maior também é o índice da população com acesso à internet, especialmente via celular. Isto é, com informações ao alcance das mãos.

Com o revés do clã Sarney nos campos eleitoral, político e midiático, resta-lhes a influência sobre o presidente Michel Temer e o apoio deste para Roseana Sarney. Recente pesquisa divulgada pelo Ibope mostra que 90% dos eleitores não votam em candidatos que apóiam governo Temer.

Decerto, uma temeridade para a improvável candidatura de Roseana Sarney. O Maranhão está próximo de livrar-se de vez do passado coronelista.

Radialista, jornalista. Secretário adjunto de Comunicação Social e diretor-geral da Nova 1290 Timbira AM


Deu na GloboNews: Sarney Filho quer Roseana Sarney fora da disputa pelo governo

Do Blog do Garrone

Comentário do jornalista Vandson Lima, do Valor Econômico, no programa Fatos e Versões (GloboNews), revelou que diante da dificuldade do clã em eleger duas crias a cargos majoritários em 2018, o ministro Sarney Filho (PV) trabalha para que o candidato da oligarquia ao governo seja o senador Roberto Rocha (PSDB).

Zequinha acredita que suas chances de conquistar uma das vagas no Senado são maiores em uma dobradinha com o famoso asa de avião do que com sua irmã Roseana, cuja a candidatura ainda não decolou e pode levar os dois para o buraco.

É só olhar para que lado aponta a biruta…


GloboNews compara banquete de Cabral com farra da lagosta de Roseana Sarney

Blog da Andréia Sadi

Camarão, bacalhau e queijo de cabra. A relação é de iguarias encontradas pelo Ministério Público na cadeia onde estão presos da Lava Jato no Rio- mas lembra uma outra lista: a de itens licitados que abastecem residências oficiais, com dinheiro público.

A similaridade dos quitutes mostra como os políticos que hoje estão presos têm dificuldade para se desapegar de uma espécie de “cultura dos palácios”, mas, agora, no cárcere.

Descolados da realidade, muitos políticos usam dinheiro público ou verba suspeita para custear suas mordomias – seja de deslocamento (como jatinhos e aviões da FAB), seja de alimentos.

Um dos mais emblemáticos é o caso da licitação milionária promovida pela então governadora do Maranhão Roseana Sarney em 2014, em meio ao caos nos presídios de São Luís, para comprar alimentos de “primeira qualidade”.

Como se estivesse alheia à barbárie na segurança pública, Roseana licitou em janeiro de 2014 itens para suntuosos banquetes: 80 kg de lagosta, 120 kg de bacalhau do porto de “primeira qualidade”, 750kg de patinha de caranguejo, uma tonelada de camarão e oito sabores de sorvete.

Tudo isso em meio ao caos nos presídios do Complexo de Pedrinhas. Na lista, entraram, entre outros, queijos finos, geleias, castanhas.

Ao todo, o Estado do Maranhão previa gastar R$ 1 milhão para alimentar a família da governadora e seus convidados naquele ano – tanto na sede do governo, como na casa de praia.

A licitação para o banquete só foi suspensa porque foi descoberta.

O episódio envolvendo o ex-governador Sergio Cabral e seus amigos na semana passada – revelado pela GloboNews – indica que a “cultura dos palácios” parece permanecer viva – agora, dentro dos presídios, ocupados por políticos que se locupletaram do dinheiro público. No caso específico, dinheiro que compra muito mais do que 80 kg de lagosta.


DataIlha/Difusora: Flávio Dino tem 30 pontos de vantagem sobre Roseana Sarney

O governador Flávio Dino (PCdoB) mantém vantagem sobre a ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) também na pesquisa DataIlha/Difusora divulgada esta segunda-feira (16). Em novo levantamento, Dino tem 30 pontos de vantagem sobre Roseana: 62% contra 28% dos votos válidos.

As intenções de voto em Dino refletem a aprovação de sua gestão. Mais de 61% dos entrevistados dizem aprovar a atuação de seu governo.

Os números confirmam levantamento recente da pesquisa Exata/JP, que também aponta vitória de Flávio Dino no primeiro turno. Em levantamento feito no início do mês, o outro instituto aferiu Flávio Dino com 60% das intenções de voto contra 28% de Roseana. Segundo a pesquisa Exata, 61% dos maranhenses aprovam a gestão Dino, enquanto 36% desaprovam. Outros 3% não sabem ou não responderam.

A pesquisa DataIlha/Difusora foi colhida entre os dias 9 e 11 de outubro ouvindo 2.128 maranhenses em 38 municípios.

A pesquisa também ouviu a intenção de voto dos maranhenses para os candidatos a presidente. Lula tem 66% das intenções de voto contra 14% do segundo colocado, Jair Bolsonaro. Marina Silva tem 7 pontos, Dória 2% e Alckmin 1%.


Procuradoria estuda restituição por desvios do caso Geddel/ Roseana

rose-geddelDo Jornal Pequeno

A Procuradoria Geral do Estado (PGE) vai pedir oficialmente cópia da auditoria do governo federal que apontou suspeita de desvio de R$ 18 milhões em verbas durante o governo Roseana Sarney (PMDB) repassadas pelo então ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima. Esses recursos deveriam ter sido usados para reconstrução de estradas e pontes destruídas por enchentes em 2009. Mas uma auditoria do próprio governo federal aponta que pelo menos R$ 18 milhões repassados não viraram obras.

Com o documento do governo federal em mãos, os procuradores vão decidir se entram com uma ação civil por improbidade administrativa contra a ex-governadora. A auditoria interna foi feita pelo Ministério da Integração Nacional. A partir da ação civil, a PGE pode pedir a devolução dos valores aos cofres públicos, além de pedir a responsabilização de Roseana.

Como a investigação do Ministério da Integração mostra farta documentação, há grandes possibilidades de Roseana de fato ser alvo de uma ação por improbidade. O relatório cita “descaso”, “desrespeito” e “má-fé” dos executores das obras. De acordo com a auditoria, os recursos da União não chegaram ao destino para o qual foram enviados.

Histórico

Em 14 de maio de 2009, a então governadora Roseana Sarney pediu ao Ministério da Integração R$ 35 milhões para reconstruir estradas e recuperar obras atingidas pelas enchentes em 69 cidades em situação de emergência no Maranhão. Em novembro do mesmo ano, o Ministério da Integração liberou os recursos.

Ainda segundo a auditoria do ministério, as obras não foram feitas, e o governo Roseana pediu prorrogação do contrato, o que foi atendido pela pasta.

No entanto, o relatório mostra que, dos R$ 35 milhões, R$ 18 milhões não foram efetivamente aplicados nas obras. Verificou-se que havia uma série de obras inacabadas e remendos em estruturas já deterioradas.

Segundo o parecer técnico, apenas parte do plano que seria executado com o dinheiro foi de fato concretizado. A auditoria é acompanhada de um relatório fotográfico mostrando problemas como uso de rebocos para fazer estruturas antigas parecerem novas. O relatório cita uma ponte na região de Caxias que se encaixa nessas condições. “A estrutura antiga [foi] construída há mais de 30 anos, sendo rebocada para aparentar nova”, diz um outro trecho da auditoria.


Auditoria aponta “descaso” e “má-fé” em obras de Geddel/Roseana para enchentes

WhatsApp Image 2017-09-10 at 18.40.16Um relatório do Ministério da Integração Nacional de Brasília levanta diversos problemas na execução de obras previstas em um acordo de cooperação milionário entre a então governadora Roseana Sarney e o então ministro Geddel Vieira Lima em 2009. O próprio ministério aponta desvio de R$ 18 milhões em obras não realizadas. Os recursos repassados pelo governo federal deveriam servir para reconstruir estradas e pontes afetadas por enchentes que castigaram o estado naquele ano.

O que se viu, no entanto, pelo relatório da auditoria foi bem diferente. O documento obtido com exclusividade mostra que o Ministério da Integração Nacional viu “descaso”, “desrespeito” e “má-fé” dos executores da obra. A auditoria conclui que ao menos R$ 18 milhões transferidos não se transformaram em obras.

Uma das práticas citadas pelo relatório é a maquiagem de obras antigas, com poucos reparos, para que pareçam novas. É o caso, segundo a auditoria de uma obra na região de Caxias, em que uma ponte deveria ter sido totalmente recuperada. Segundo a auditoria, a “estrutura antiga foi rebocada com aparência de construção recente”.

Em outro trecho do relatório, a auditoria afirma que a “estrutura antiga (foi) construída há mais de 30 anos, sendo rebocada para aparentar nova”. Ainda segundo o relatório, essas alterações caracterizam “má-fé” dos construtores.

Auditoria da Integração apura desvios em 2009

Uma investigação do governo federal apura o destino de parte dos recursos repassados ao Governo do Maranhão em 2009 com o objetivo de recuperar rodovias em quase 70 municípios do estado. Os recursos deveriam ter recuperado rodovias após uma enchente no estado. Uma auditoria interna do Ministério da Integração Nacional orienta a glosa de R$ 18 milhões – com valores atualizados – em contrato realizado por aquele órgão e o governo do Estado.

Geddel Vieira Lima, hoje réu da Lava Jato, era o ministro à época. E Roseana Sarney, a governadora. Parte dos processos foi assinado por seu vice, o hoje senador João Alberto.

O recurso encaminhado ao Governo do Estado visava realizar obras em estradas no interior para recuperar vias atingidas pela enchente de 2009. Em alguns casos, no entanto, os recursos não chegaram a seu destino.

Em 14 de maio de 2009, a então governadora Roseana Sarney encaminhou ao Ministro de Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, o Plano de Trabalho no valor de R$ 35 milhões, com o objetivo da reconstrução de estradas estaduais, recuperação de obras de artes especiais e pavimentação de vias urbanas em 69 municípios, que se encontravam em situação de emergência, em decorrência das enchentes e inundações ocorridas naquele ano.

As ligações políticas do então ministro Geddel Vieira Lima e Roseana Sarney, ambos do PMDB, facilitou o trâmite dos recursos à época. Nesta semana, a Polícia Federal prendeu, novamente, o ex-ministro após encontrar em um apartamento ligado a ele a quantia de R$ 51 milhões, em dinheiro vivo, que estavam guardadas em malas na cidade de Salvador.

Nesta semana também, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ofereceu denúncia ao STF (Supremo Tribunal Federal), contra cinco senadores e dois ex-senadores do PMDB, acusados de integrar organização criminosa e receberem R$ 864 milhões em propina. Entre eles, o ex-senador José Sarney, um dos integrantes mais influentes da cúpula do partido.


Pesquisa Exata aponta que Flávio Dino venceria Roseana Sarney no primeiro turno

Flavio sensacionalDo Blog Marrapá

Recente pesquisa realizada pelo instituto Exata aponta que, caso as eleições para o Governo do Estado fossem hoje, o governador Flávio Dino (PCdoB) seria reeleito ainda no primeiro turno em uma eventual disputa com Roseana Sarney (PMDB).

Flávio Dino marcou 59 pontos percentuais contra apenas 26% de Roseana. Nulos e brancos são 10% do entrevistado e 5% disseram não saber ou não responderam.

A consulta também mostrou a dificuldade da ex-governadora em mudar esse quadro, pois 47% (rejeição) disseram que não votariam nela de jeito nenhum, quase o dobro do número de votos que ela recebeu dos entrevistados.

Foram ouvidas entre os dias 23 e 26 de março 1400 pessoas em 40 municípios do Maranhão. Como a pesquisa foi feita fora do período eleitoral, não é necessário o registro no Tribunal Regional Eleitoral.